segunda-feira, 12 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Sony diz que não vai vender parte da sua divisão de entretenimento Fundo de investimento teve proposta recusada por CEO da Sony, que não quer se desfazer de nenhuma ação da sua divisão de entretenimento.

Sony diz que não vai vender parte da sua divisão de entretenimentoCEO recusou oferta (Fonte da imagem: Reprodução/BBC)
Kazuo Hirai rechaçou a ideia de vender parte da divisão de entretenimento da Sony. O CEO da companhia publicou uma carta aberta no site da empresa, rejeitando a proposta feita por um grande investidor nos últimos dias.
O homem em questão é ninguém menos do que o bilionário Daniel Loeb, comandante do fundo Third Point LLC. Baseada em Nova York, a empresa conta com mais de 14 bilhões de dólares em investimentos. O fundo, inclusive, é dono de sete por cento das ações da Sony.
Segundo Loeb, a gigante deveria começar a dividir algumas de suas ações com o mercado, conseguindo, assim, focar mais em seu “core business”. De acordo com o investidor, a empresa poderia oferecer entre 15 e 20 por cento do seu setor de entretenimento para o mercado de ações – algo que poderia turbinar o seu valor unitário em mais de 60%.

Não, obrigado!

Como dito acima, o Kazuo Hirai não quis conversa com os investidores. O CEO declarou: “eu e os membros do conselho diretor acreditamos firmemente que continuar com 100% dos nossos negócios de entretenimento é fundamental para o sucesso da Sony e que nenhuma oferta por direitos de subscrição ou pública é consistente com a nossa estratégia por diversas razões diferentes”.
Sony diz que não vai vender parte da sua divisão de entretenimento
Com o crescimento do mercado de distribuição digital de entretenimento, Hirai acredita que é importante para a Sony que a companhia possa manter o controle sobre todas as decisões futuras da empresa nesse sentido. Um bom exemplo disso é o fato de que assim eles conseguem manter toda uma sinergia entre a distribuição de conteúdo e a produção de novos aparelhos eletrônicos.
De quebra, o CEO ainda deu uma pequena cutucada em Daniel Loeb, dizendo que a Sony não teria problema em levantar os 2 bilhões de dólares oferecidos por ele, caso isso seja necessário. Por fim, ele também acabou concordando com o investidor, citando que a empresa dar mais abertura quanto aos resultados financeiros da divisão de entretenimento da companhia.

Não desistimos!

Segundo uma reportagem da  Reuters, apesar da recusa da Sony, a Third Point LLC. parece não ter desistido do investimento. Segundo o fundo de investimento, eles continuarão buscando manter o diálogo aberto com a companhia para explorar, futuramente, novas opções para os detentores de ações da companhia.


Navegador Tor pode ter sido utilizado pelos EUA para infectar computadores Programa normalmente é utilizado para navegação anônima, com objetivos que vão do acesso à pornografia ao comércio de drogas.

Navegador Tor pode ter sido utilizado pelos EUA para infectar computadores(Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)
Você conhece o browser Tor? Se a resposta for negativa, saiba que ele é um navegador voltado para a “Darknet” e que tem o objetivo de tornar o seu acesso a diferentes sites e serviços algo completamente anônimo. O problema é que o software foi utilizado para que um vírus possa chegar aos computadores dos adeptos dessa ferramenta.
Por incrível que pareça, há sinais de que o responsável pela disseminação do malware seja o próprio FBI. Diversas fontes internacionais afirmam que o ataque deixou vestígios de que se trata de uma operação do governo dos Estados Unidos para encontrar a identidade de uma quantidade bastante significativa de pessoas.
Além do fato de que os EUA estão utilizando iniciativas um tanto quanto suspeitas e talvez até mesmo antiéticas, outro problema é que o objetivo do Tor vai totalmente contra a exposição da identidade dos seus adeptos. Apesar de ser utilizado para o acesso à pornografia ou comércio de drogas, por exemplo, há pessoas inocentes que apenas utilizam o browser para se proteger de regimes ditatoriais.

Poder ser tudo por um bom motivo...

Para que esse ataque pudesse acontecer e infiltrasse malware em diversos computadores, os responsáveis pela iniciativa utilizaram uma brecha de segurança proveniente do JavaScript no Firefox 17 — programa que serviu de base para o Tor. Com isso, foi possível entrar em diferentes máquinas e coletar evidências.
Toda essa situação pode parecer bem estranha e ruim, mas há grandes chances de que o FBI esteja trabalhando para conseguir encontrar responsáveis pela disseminação de material pornográfico infantil — que, como você já deve saber, é um crime muito sério. O foco talvez seja a identificação da rede criada por Eric Eoin Marques, que foi preso por conta do delito citado acima.
Além de tudo isso, é claro que não podemos confirmar que o responsável por tudo isso seja o governo dos Estados Unidos ou que as intenções por trás desse episódio sejam realmente boas, já que o FBI ou qualquer outro órgão ainda não se pronunciou sobre o caso. Portanto, fique ligado nas novidades do Tecmundo para saber o desenrolar dessa história.


Vazam fotos do novo Samsung Galaxy com flip Chamado de Galaxy Folder, aparelho deve ressuscitar o flip e contará com duas telas sensíveis a toques.

Flip e duas telas. Será que isso dá certo? (Fonte da imagem: Reprodução/Coolsmartphone)
A Samsung não tem mesmo nenhum tipo de medo na hora de arriscar no lançamento de novos smartphones.
Se a empresa coreana conta com dezenas de aparelhos em sua linha Galaxy, estava faltando algo com um ar mais “retrô”, vamos dizer assim.
Talvez isso explique as fotografias que vazaram para a internet nos últimos dias. Essas imagens mostrem um celular que viaja até um passado não muito distante – e que deve tentar ressuscitar os aparelhos com flip. 
Chamado de Galaxy Folder, assim como os celulares mais “antigos”, ele contará com um teclado físico. Essa, contudo, não é a grande novidade, pois o smartphone não é um simples gadget com flip. De acordo com as fotos, ele traria nada menos do que duas telas sensíveis a toques – sendo que uma seria virada para a “frente” e a outra, para “trás”. Vale lembrar que tal aparelho já havia vazado na internet na semana passada.
O bom e velho teclado físico (Fonte da imagem: Reprodução/Coolsmartphone)
Ao que tudo indica, o Galaxy Folder deve trazer os mesmos recursos que os outros aparelhos da gigantesca linha da Samsung, incluindo Android 4.2.2 e um processador Snapdragon. Confira algumas especificações do aparelho:
  • Sistema operacional Android 4.2.2;
  • Duas telas AMOLED de 3,7 polegadas e resolução de 800x480;
  • Processador Snapdragon 400 dual-core 1,7 GHz;
  • 2 GB de RAM;
  • Bateria de 1.820 mAh;
  • Conexão 4G LTE.
Você ficou interessado no gadget? Pois então pode ir tirando o seu cavalinho da chuva. Muito provavelmente a aparelho será uma exclusividade do mercado sul-coreano, ou seja, infelizmente o smartphone não deve chegar ao mercado internacional. E aí, o que achou do novo Galaxy Folder?
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Futura versão do Google Glass deve ser desenvolvida pela Motorola Informação teria vindo do CEO da Motorola, Dennis Woodside.

Futura versão do Google Glass deve ser desenvolvida pela Motorola
(Fonte da imagem: Divulgação/Google Glass)

Depois do lançamento do Moto X, primeiro aparelho criado após a Motorola ter sido comprada pela Google, surgiram pela internet alguns rumores sobre quais serão os próximos projetos da empresa. De acordo com o CEO da Motorola, um dos projetos pode ser o Google Glass.
Em uma entrevista ao The Wall Street Journal, Dennis Woodside, CEO da Motorola, revelou que a empresa está trabalhando em diversos projetos, inclusive alguns de hardware da Google e que, futuramente, o Google Glass pode ser um desses projetos.
Claro que isso ainda está longe de uma confirmação de que a próxima versão do aparelho seja feita pela Motorola, mas não seria algo absurdo caso isso acontecesse.

Supercomputador K conseguiu realizar 1% do trabalho de um cérebro humano Cientistas pretendem simular 100% do funcionamento de um órgão verdadeiro na próxima década.



Supercomputador K conseguiu realizar 1% do trabalho de um cérebro humano

Em diversos filmes que fizeram sucesso nos cinemas, há robôs que contam com inteligência bastante parecida com a dos seres humanos — dois bons exemplos disso são as produções “Eu, Robô” e “A.I. Inteligência Artificial”. No entanto, a tecnologia atual está consideravelmente longe de conseguir máquinas tão desenvolvidas.
Apesar do cenário atual, uma pesquisa conduzida por cientistas japoneses e alemães colocou os computadores atuais um pouco mais “perto” do cérebro de pessoas comuns. Utilizando o Supercomputador K, eles realizaram um teste em que a máquina simulou o funcionamento de um dos órgãos mais importante do organismo humano.

Esforço dos (muito!) grandes

Para que isso seja possível, foi utilizado o sistema NEST e estruturas de dados feitas exclusivamente para a pesquisa. Além disso, o supercomputador simulou o funcionamento de neurônios e sinapses, da mesma maneira que acontece em cérebros orgânicos — trabalho muito complicado, especialmente pela grande quantidade de memória que a máquina precisou utilizar.
Em 40 minutos, o Supercomputador K conseguiu simular um segundo de funcionamento do cérebro de um ser humano médio. Isso quer dizer que o teste alcançou a taxa de 1,73 bilhão de neurônios e 10,4 trilhões de sinapses, marcas que equivalem a apenas 1% do funcionamento do órgão real.

Sim, é algo bem importante

Você até pode achar que o resultado é baixo, mas os cientistas responsáveis pelo projeto tratam o acontecimento como um marco na história da neurociência. Agora, a máquina vai ser utilizada para auxiliar no Projeto Cérebro Humano, que pretende usar supercomputadores para entender como o cérebro funciona e criar tratamentos para certas doenças, como o Mal de Parkinson.
Além disso, Markus Diesmann da Universidade Julich, na Alemanha, afirmou que esse resultado só foi possível com a utilização de um computador de escala peta (que conta com 1 petabyte de memória principal). Na próxima década, a geração de supercomputadores exa (com 1 exabyte de memória) talvez leve os resultados para bem perto de 100% do funcionamento de um cérebro orgânico.

Artista mostra como o mundo seria se o WiFi fosse visível Responsável pelo projeto diz que o objetivo é fazer com que as pessoas apreciem a tecnologia utilizada.

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 (Fonte da imagem: Reprodução/MotherBoard)

Talvez você já tenha se perguntado como a sua casa ou escola iriam parecer se o WiFi utilizado todos os dias pudesse ser visto a olho nu, não é mesmo? Acontece que outra pessoa também tinha esta questão na cabeça, sendo que ela resolveu criar um projeto artístico para mostrar uma possível resposta para isso.

O responsável pelo projeto é o artista Nickolay Lamm, sendo que ele contou com a ajuda do doutor M. Browning, astrobiólogo que trabalha na NASA para obter resultados próximos à realidade. Dessa maneira, foi possível utilizar cores e diferentes tipos de ondas para mostrar o WiFi em lugares variados da cidade de Washington, nos Estados Unidos.

Segundo o artista, a intenção do projeto é fazer com que as pessoas utilizem de forma mais consciente essa tecnologia, já que ela é usada a todo o tempo e sem ser apreciada pela sua complexidade ou maneira de funcionar. Você pode conferir um pouco do resultado de todo esse esforço na galeria posicionada logo abaixo.

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Google se baseia em redes neurais para melhorar seus serviços O já famoso carro autônomo da Google. (Fonte da imagem: Reprodução/Motortrend) Como você deve ter visto aqui no Tecmundo, cientistas já conseguiram fazer com que um supercomputador realizasse 1% do trabalho feito por um cérebro humano. No entanto, esta não é a única maneira pela qual a tecnologia pode se beneficiar deste órgão tão importante, complexo e que tem um funcionamento magnífico. Inspirando-se nas redes neurais — que, em uma explicação breve, é a comunicação entre os neurônios através das sinapses —, a Google é capaz de melhorar seus serviços e produtos, utilizando uma técnica conhecida simplesmente como “aprendizado profundo”, que faz uso de algoritmos para que máquinas entendam conceitos. E já tem coisa boa acontecendo... Esse processo de aprendizagem foi utilizado com sucesso para que o motor de buscas do Google examinasse diversas fotografias de gatos e aprendesse a reconhecer o animal — isso também pode acontecer com ideias mais abstratas, como saúde ou amor, por exemplo. Além disso, a técnica está sendo usada para que o carro autônomo da Gigante de Mountain View aprenda a seguir caminhos específicos. Apesar desses avanços, o dia em que as máquinas vão poder ser comparadas com o cérebro humano ainda está longe. Mas isso não quer dizer que a Google não esteja tentando, já que ela é a proprietária de um computador quântico de última geração e pode começar a desenvolver melhor a inteligência artificial a partir dele.

Carros sem motorista são testados em campus da USP(Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)
Três veículos que fazem parte do projeto CaRINA (Carro Robótico Inteligente para Navegação Autônoma) já circulam livremente pelo campus do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP). Os carros (que ainda não podem trafegar em vias públicas por questões de segurança) estão sendo testados em um terreno que oferece uma boa representação de ambientes urbanos.
De acordo com o professor Fernando Osório, que atua como coordenador no projeto, todos os testes são efetuados com um piloto capacitado no interior do veículo. “Se o sistema computacional deixa de emitir sinais para o controle ou sofre uma pane, esta pessoa pode intervir imediatamente e parar o veículo”, comenta.
Caso queira saber mais sobre a trajetória do CaRINA e conferir em detalhes o funcionamento do sistema, não deixe de ler nossa entrevista com Denis F. Wolf, um dos diretores do projeto. Ainda não há qualquer previsão para que o invento ganhe uma versão final – até agora, três edições do empreendimento já foram concebidas.


Google se baseia em redes neurais para melhorar seus serviços Com técnica inspirada no funcionamento do cérebro humano, há como melhorar motores de busca ou deixar sistemas mais inteligentes.

Google se baseia em redes neurais para melhorar seus serviçosO já famoso carro autônomo da Google. (Fonte da imagem: Reprodução/Motortrend)
Como você deve ter visto aqui no Tecmundo, cientistas já conseguiram fazer com que um supercomputador realizasse 1% do trabalho feito por um cérebro humano. No entanto, esta não é a única maneira pela qual a tecnologia pode se beneficiar deste órgão tão importante, complexo e que tem um funcionamento magnífico.
Inspirando-se nas redes neurais — que, em uma explicação breve, é a comunicação entre os neurônios através das sinapses —, a Google é capaz de melhorar seus serviços e produtos, utilizando uma técnica conhecida simplesmente como “aprendizado profundo”, que faz uso de algoritmos para que máquinas entendam conceitos.

E já tem coisa boa acontecendo...

Esse processo de aprendizagem foi utilizado com sucesso para que o motor de buscas do Google examinasse diversas fotografias de gatos e aprendesse a reconhecer o animal — isso também pode acontecer com ideias mais abstratas, como saúde ou amor, por exemplo. Além disso, a técnica está sendo usada para que o carro autônomo da Gigante de Mountain View aprenda a seguir caminhos específicos.
Apesar desses avanços, o dia em que as máquinas vão poder ser comparadas com o cérebro humano ainda está longe. Mas isso não quer dizer que a Google não esteja tentando, já que ela é a proprietária de um computador quântico de última geração e pode começar a desenvolver melhor a inteligência artificial a partir dele.


Estação Espacial Internacional recebe robô falante japonês Robô Kirobo irá se comunicar com astronauta Kochi Wakata, próximo comandante da estação espacial.


Estação Espacial Internacional recebe robô falante japonês
(Fonte da imagem: Reprodução/Daily Mail)

A estação Espacial Internacional recebeu neste domingo (04) um robô falante capaz de comunicar-se com humanos. Batizado de Kirobo (nome que une as palavras japonesas para “esperança” e robô”), o androide servirá de companhia ao astronauta Kochi Wakata, que iniciará sua missão na estação a partir de novembro.
O robô foi enviado a bordo do H-2B, uma pequena nave cargueira que também envia suprimentos e equipamentos ao espaço. A nave foi enviada partir de uma base na ilha de Tanegashima, no sul do Japão e está prevista para chegar a estação nesta sexta-feira (09).
Com 34 centímetros de altura e pesando apenas um quilo, Kirobo faz parte de um estudo que investiga se máquinas são capazes de prestar apoio emocional a pessoas isoladas durante grandes períodos.
Astronauta robótico

Kirobo está programado para se comunicar em japonês e gravar todas as conversas que realizar com o astronauta Kochi Wakata – que assumirá o posto de comandante da Estação Espacial Internacional a partir de novembro.
O androide foi criado por Tomotaka Takahashi, que deseja que o robô se transforme em um mediado entre pessoas e máquinas ou até mesmo entre duas pessoas. Segundo Takahashi, o maior desafio na criação de Kirobo foi adaptá-lo ao espaço. Para assegurar o seu bom desempenho, dezenas de testes foram realizados durante nove meses antes de se chegar ao modelo definitivo.
Durante a missão, o robozinho também contará com a ajuda de seu irmão gêmeo, Mirata, que permanecerá na Terra onde vai monitorar quaisquer problemas que Kirobo possa vir a ter enquanto estiver no espaço.
O projeto de Kirobo é fruto de uma colaboração entre Tomotaka Takahashi, a montadora japonesa Toyota e a agência de publicidade Dentsu.