terça-feira, 29 de outubro de 2013

LG G Flex: conheça o primeiro smartphone de tela curva da empresa Ainda sem data de lançamento internacional, aparelho aposta na novidade do formato para conquistar o público.


 (Fonte da imagem: Divulgação/LG)


LG G Flex já não era exatamente uma novidade, mas só agora a companhia revelou oficialmente o smartphone, chamado pela empresa de o "primeiro celular realmente curvado do mundo" (ignorando o Galaxy Round). A companhia aposta em formatos inovadores de tela e bateria para sair na frente do resto do mercado na onda dos gadgets curvados ou até flexíveis, que devem ser a próxima moda da indústria.
Por enquanto, o aparelho tem lançamento confirmado apenas para a Coreia do Sul em novembro deste ano, mas deve ser anunciado "para mercados adicionais" em breve.
Abaixo, você conhece um pouco mais da versão sul-coreana do smartphone, que deve ser a mesma que desembarca no Brasil.

Especificações técnicas:

  • Tela curva P-OLED de 6" (1280x720 pixels)
  • Processador quad-core Qualcomm Snapdragon 800 de 2,26 GHz
  • 2 GB de memória RAM DDR3
  • 32 GB de armazenamento interno
  • Câmera traseira de 13 MP e frontal de 2,1 MP
  • Sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean
  • Bateria de 3.500 mAh
  • Medidas: 16 x 8,1 cm e de 0,79 a 0,87 cm de espessura
  • Peso: 177 g
  • Possui Bluetooth 4.0, entrada USB 3.0 e suporte a NFC
  • Conectividade WiFI 802.11 a/b/g/n/ac, LTE-A, LTE, HSPA+ e GSM

Não é só pelo estilo

A curva do smartphone possui aplicações práticas, não sendo só uma preocupação estética. Com esse formato, a distância entre a boca e o microfone do usuário é diminuída, melhorando a qualidade da voz e do som da chamada. Além disso, ele "encaixa" melhor em "rostos de tamanho médio".
 (Fonte da imagem: Divulgação/LG)
Ele também fica mais confortável quando colocado no bolso e proporciona uma experiência única quando reproduz vídeos com o aparelho na horizontal. Trata-se da maior tela de Plastic-OLED do mercado, com uso real dos três subpixels (padrão RGB, com as cores vermelha, verde e azul), apesar de não reproduzir em Full HD.

Fator de cura

A traseira do LG G Flex possui um "poder especial": a cobertura elástica do aparelho faz com que a carcaça recupere-se de pequenos arranhões do dia a dia, fazendo com que ele pareça novo mesmo depois de bastante tempo de uso.
 (Fonte da imagem: Divulgação/LG)
O formato do smartphone ainda reduz a pressão do próprio aparelho na bateria, deixando-a estável e com melhor desempenho. A fonte de energia, aliás, deve durar "mais de um dia de uso completo", segundo a LG.

Som, vídeo e muito mais

A reprodução de música também é um dos destaques, com suporte a vários formatos de áudio em qualidade de CD. A função QTheater ainda dá acesso rápido a vídeos, fotos e clipes do YouTube direto da tela de desbloqueio, sendo que é possível ainda dividir a tela de 6" em duas janelas para dinamizar a função multitarefas.
O aparelho ainda possui um detector de rosto e avisos que fazem o LED piscar para avisar sobre o timer da câmera ou chamadas urgentes e repetidas.
Entre as funções confirmadas estão o KnockON (desbloqueio rápido com dois toques na tela), o Modo Convidado (perfis personalizados com limitação de uso) e o Plug & Pop (recomenda ações quando um cabo USB ou fones de ouvido são conectados), já presentes no LG G2.
Galeria de Imagens
Fonte: LG

Diretor da Avell fala sobre novo notebook de alto desempenho para gamers Durante a BGS, convidamos Emerson Salomão para um bate-papo sobre a máquina e também sobre a companhia.


A Avell, fabricante nacional de notebooks de alto desempenho, acaba de lançar seu mais novo computador móvel voltado para os gamers mais exigentes, o G1743. Durante a BGS, convidamos Emerson Salomão, diretor da empresa sediada em Santa Catarina, para nos falar um pouco mais sobre a máquina e contar mais um pouco sobre a companhia.
Na conversa, ele falou sobre os componentes do notebook e seus diferenciais com relação aos outros aparelhos voltados para o público gamer. Além disso, ele também contou um pouco sobre a disputa de mercado com os consoles de nova geração e sobre o desafio de construir a imagem da empresa dentro do país e de levar seus produtos para o exterior.

Especificações técnicas do G1743

  • Processador: Intel Core i7 Haswell 2,4 GHz (3,4 GHz com Max Turbo);
  • Memória: 8 GB RAM DDR3 (expansível até 32 GB);
  • Placa de vídeo: duas NVIDIA GeForce GTX 780M com 4GB de vídeo dedicado;
  • Tela: LCD 17,3 polegadas LED-Backlit;
  • Resolução: 1920x1080 Full HD;
  • Áudio: sistema ONKYO de som surround (3D);
  • Armazenamento: SSHD de 1 TB (5.400 RPM com 8GB SSD - Seagate).

Mão na massa

Após a entrevista, o BJ pode testar rapidamente as capacidades do G1743. Rodando uma cópia do novo Batman: Arkham Origins com todas as configurações no máximo, o notebook demonstrou um desempenho perfeito durante a jogabilidade, mesmo fora da tomada. o tamanho da tela e do teclado são agradáveis e permitem a jogatina sem empecilhos (além das teclas iluminadas permitirem partidas até mesmo no escuro).
A qualidade da imagem e do som não devem nada às televisões de alta definição que encontramos no mercado e o brilho da tela permitiu enchergar as imagens mesmo sob luz forte. A única falha ficou na reprodução dos vídeos cinemáticos do game nas configurações máximas sem ligar o notebook na tomada, com algumas pequenas travadinhas na cena que não impedem seu aproveitamento.
Outro grande atrativo que diferencia o G1743 dos aparelhos concorrentes é sua garantia de 3 anos com relação às peças e mão de obra no caso de manutenções no aparelho (1 ano para a bateria). O notebook pode ser comprado por preços a partir de R$ 9 mil por meio do site da Avell (clique aqui) ou em uma das lojas físicas da empresa. Para saber um pouco mais sobre a empresa e a máquina e ver imagens dela em funcionamento, veja o vídeo acima.
Via BJ

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Sony diz que não vai vender parte da sua divisão de entretenimento Fundo de investimento teve proposta recusada por CEO da Sony, que não quer se desfazer de nenhuma ação da sua divisão de entretenimento.

Sony diz que não vai vender parte da sua divisão de entretenimentoCEO recusou oferta (Fonte da imagem: Reprodução/BBC)
Kazuo Hirai rechaçou a ideia de vender parte da divisão de entretenimento da Sony. O CEO da companhia publicou uma carta aberta no site da empresa, rejeitando a proposta feita por um grande investidor nos últimos dias.
O homem em questão é ninguém menos do que o bilionário Daniel Loeb, comandante do fundo Third Point LLC. Baseada em Nova York, a empresa conta com mais de 14 bilhões de dólares em investimentos. O fundo, inclusive, é dono de sete por cento das ações da Sony.
Segundo Loeb, a gigante deveria começar a dividir algumas de suas ações com o mercado, conseguindo, assim, focar mais em seu “core business”. De acordo com o investidor, a empresa poderia oferecer entre 15 e 20 por cento do seu setor de entretenimento para o mercado de ações – algo que poderia turbinar o seu valor unitário em mais de 60%.

Não, obrigado!

Como dito acima, o Kazuo Hirai não quis conversa com os investidores. O CEO declarou: “eu e os membros do conselho diretor acreditamos firmemente que continuar com 100% dos nossos negócios de entretenimento é fundamental para o sucesso da Sony e que nenhuma oferta por direitos de subscrição ou pública é consistente com a nossa estratégia por diversas razões diferentes”.
Sony diz que não vai vender parte da sua divisão de entretenimento
Com o crescimento do mercado de distribuição digital de entretenimento, Hirai acredita que é importante para a Sony que a companhia possa manter o controle sobre todas as decisões futuras da empresa nesse sentido. Um bom exemplo disso é o fato de que assim eles conseguem manter toda uma sinergia entre a distribuição de conteúdo e a produção de novos aparelhos eletrônicos.
De quebra, o CEO ainda deu uma pequena cutucada em Daniel Loeb, dizendo que a Sony não teria problema em levantar os 2 bilhões de dólares oferecidos por ele, caso isso seja necessário. Por fim, ele também acabou concordando com o investidor, citando que a empresa dar mais abertura quanto aos resultados financeiros da divisão de entretenimento da companhia.

Não desistimos!

Segundo uma reportagem da  Reuters, apesar da recusa da Sony, a Third Point LLC. parece não ter desistido do investimento. Segundo o fundo de investimento, eles continuarão buscando manter o diálogo aberto com a companhia para explorar, futuramente, novas opções para os detentores de ações da companhia.


Navegador Tor pode ter sido utilizado pelos EUA para infectar computadores Programa normalmente é utilizado para navegação anônima, com objetivos que vão do acesso à pornografia ao comércio de drogas.

Navegador Tor pode ter sido utilizado pelos EUA para infectar computadores(Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)
Você conhece o browser Tor? Se a resposta for negativa, saiba que ele é um navegador voltado para a “Darknet” e que tem o objetivo de tornar o seu acesso a diferentes sites e serviços algo completamente anônimo. O problema é que o software foi utilizado para que um vírus possa chegar aos computadores dos adeptos dessa ferramenta.
Por incrível que pareça, há sinais de que o responsável pela disseminação do malware seja o próprio FBI. Diversas fontes internacionais afirmam que o ataque deixou vestígios de que se trata de uma operação do governo dos Estados Unidos para encontrar a identidade de uma quantidade bastante significativa de pessoas.
Além do fato de que os EUA estão utilizando iniciativas um tanto quanto suspeitas e talvez até mesmo antiéticas, outro problema é que o objetivo do Tor vai totalmente contra a exposição da identidade dos seus adeptos. Apesar de ser utilizado para o acesso à pornografia ou comércio de drogas, por exemplo, há pessoas inocentes que apenas utilizam o browser para se proteger de regimes ditatoriais.

Poder ser tudo por um bom motivo...

Para que esse ataque pudesse acontecer e infiltrasse malware em diversos computadores, os responsáveis pela iniciativa utilizaram uma brecha de segurança proveniente do JavaScript no Firefox 17 — programa que serviu de base para o Tor. Com isso, foi possível entrar em diferentes máquinas e coletar evidências.
Toda essa situação pode parecer bem estranha e ruim, mas há grandes chances de que o FBI esteja trabalhando para conseguir encontrar responsáveis pela disseminação de material pornográfico infantil — que, como você já deve saber, é um crime muito sério. O foco talvez seja a identificação da rede criada por Eric Eoin Marques, que foi preso por conta do delito citado acima.
Além de tudo isso, é claro que não podemos confirmar que o responsável por tudo isso seja o governo dos Estados Unidos ou que as intenções por trás desse episódio sejam realmente boas, já que o FBI ou qualquer outro órgão ainda não se pronunciou sobre o caso. Portanto, fique ligado nas novidades do Tecmundo para saber o desenrolar dessa história.


Vazam fotos do novo Samsung Galaxy com flip Chamado de Galaxy Folder, aparelho deve ressuscitar o flip e contará com duas telas sensíveis a toques.

Flip e duas telas. Será que isso dá certo? (Fonte da imagem: Reprodução/Coolsmartphone)
A Samsung não tem mesmo nenhum tipo de medo na hora de arriscar no lançamento de novos smartphones.
Se a empresa coreana conta com dezenas de aparelhos em sua linha Galaxy, estava faltando algo com um ar mais “retrô”, vamos dizer assim.
Talvez isso explique as fotografias que vazaram para a internet nos últimos dias. Essas imagens mostrem um celular que viaja até um passado não muito distante – e que deve tentar ressuscitar os aparelhos com flip. 
Chamado de Galaxy Folder, assim como os celulares mais “antigos”, ele contará com um teclado físico. Essa, contudo, não é a grande novidade, pois o smartphone não é um simples gadget com flip. De acordo com as fotos, ele traria nada menos do que duas telas sensíveis a toques – sendo que uma seria virada para a “frente” e a outra, para “trás”. Vale lembrar que tal aparelho já havia vazado na internet na semana passada.
O bom e velho teclado físico (Fonte da imagem: Reprodução/Coolsmartphone)
Ao que tudo indica, o Galaxy Folder deve trazer os mesmos recursos que os outros aparelhos da gigantesca linha da Samsung, incluindo Android 4.2.2 e um processador Snapdragon. Confira algumas especificações do aparelho:
  • Sistema operacional Android 4.2.2;
  • Duas telas AMOLED de 3,7 polegadas e resolução de 800x480;
  • Processador Snapdragon 400 dual-core 1,7 GHz;
  • 2 GB de RAM;
  • Bateria de 1.820 mAh;
  • Conexão 4G LTE.
Você ficou interessado no gadget? Pois então pode ir tirando o seu cavalinho da chuva. Muito provavelmente a aparelho será uma exclusividade do mercado sul-coreano, ou seja, infelizmente o smartphone não deve chegar ao mercado internacional. E aí, o que achou do novo Galaxy Folder?
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Futura versão do Google Glass deve ser desenvolvida pela Motorola Informação teria vindo do CEO da Motorola, Dennis Woodside.

Futura versão do Google Glass deve ser desenvolvida pela Motorola
(Fonte da imagem: Divulgação/Google Glass)

Depois do lançamento do Moto X, primeiro aparelho criado após a Motorola ter sido comprada pela Google, surgiram pela internet alguns rumores sobre quais serão os próximos projetos da empresa. De acordo com o CEO da Motorola, um dos projetos pode ser o Google Glass.
Em uma entrevista ao The Wall Street Journal, Dennis Woodside, CEO da Motorola, revelou que a empresa está trabalhando em diversos projetos, inclusive alguns de hardware da Google e que, futuramente, o Google Glass pode ser um desses projetos.
Claro que isso ainda está longe de uma confirmação de que a próxima versão do aparelho seja feita pela Motorola, mas não seria algo absurdo caso isso acontecesse.

Supercomputador K conseguiu realizar 1% do trabalho de um cérebro humano Cientistas pretendem simular 100% do funcionamento de um órgão verdadeiro na próxima década.



Supercomputador K conseguiu realizar 1% do trabalho de um cérebro humano

Em diversos filmes que fizeram sucesso nos cinemas, há robôs que contam com inteligência bastante parecida com a dos seres humanos — dois bons exemplos disso são as produções “Eu, Robô” e “A.I. Inteligência Artificial”. No entanto, a tecnologia atual está consideravelmente longe de conseguir máquinas tão desenvolvidas.
Apesar do cenário atual, uma pesquisa conduzida por cientistas japoneses e alemães colocou os computadores atuais um pouco mais “perto” do cérebro de pessoas comuns. Utilizando o Supercomputador K, eles realizaram um teste em que a máquina simulou o funcionamento de um dos órgãos mais importante do organismo humano.

Esforço dos (muito!) grandes

Para que isso seja possível, foi utilizado o sistema NEST e estruturas de dados feitas exclusivamente para a pesquisa. Além disso, o supercomputador simulou o funcionamento de neurônios e sinapses, da mesma maneira que acontece em cérebros orgânicos — trabalho muito complicado, especialmente pela grande quantidade de memória que a máquina precisou utilizar.
Em 40 minutos, o Supercomputador K conseguiu simular um segundo de funcionamento do cérebro de um ser humano médio. Isso quer dizer que o teste alcançou a taxa de 1,73 bilhão de neurônios e 10,4 trilhões de sinapses, marcas que equivalem a apenas 1% do funcionamento do órgão real.

Sim, é algo bem importante

Você até pode achar que o resultado é baixo, mas os cientistas responsáveis pelo projeto tratam o acontecimento como um marco na história da neurociência. Agora, a máquina vai ser utilizada para auxiliar no Projeto Cérebro Humano, que pretende usar supercomputadores para entender como o cérebro funciona e criar tratamentos para certas doenças, como o Mal de Parkinson.
Além disso, Markus Diesmann da Universidade Julich, na Alemanha, afirmou que esse resultado só foi possível com a utilização de um computador de escala peta (que conta com 1 petabyte de memória principal). Na próxima década, a geração de supercomputadores exa (com 1 exabyte de memória) talvez leve os resultados para bem perto de 100% do funcionamento de um cérebro orgânico.

Artista mostra como o mundo seria se o WiFi fosse visível Responsável pelo projeto diz que o objetivo é fazer com que as pessoas apreciem a tecnologia utilizada.

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 (Fonte da imagem: Reprodução/MotherBoard)

Talvez você já tenha se perguntado como a sua casa ou escola iriam parecer se o WiFi utilizado todos os dias pudesse ser visto a olho nu, não é mesmo? Acontece que outra pessoa também tinha esta questão na cabeça, sendo que ela resolveu criar um projeto artístico para mostrar uma possível resposta para isso.

O responsável pelo projeto é o artista Nickolay Lamm, sendo que ele contou com a ajuda do doutor M. Browning, astrobiólogo que trabalha na NASA para obter resultados próximos à realidade. Dessa maneira, foi possível utilizar cores e diferentes tipos de ondas para mostrar o WiFi em lugares variados da cidade de Washington, nos Estados Unidos.

Segundo o artista, a intenção do projeto é fazer com que as pessoas utilizem de forma mais consciente essa tecnologia, já que ela é usada a todo o tempo e sem ser apreciada pela sua complexidade ou maneira de funcionar. Você pode conferir um pouco do resultado de todo esse esforço na galeria posicionada logo abaixo.

Galeria de Imagens

Google se baseia em redes neurais para melhorar seus serviços O já famoso carro autônomo da Google. (Fonte da imagem: Reprodução/Motortrend) Como você deve ter visto aqui no Tecmundo, cientistas já conseguiram fazer com que um supercomputador realizasse 1% do trabalho feito por um cérebro humano. No entanto, esta não é a única maneira pela qual a tecnologia pode se beneficiar deste órgão tão importante, complexo e que tem um funcionamento magnífico. Inspirando-se nas redes neurais — que, em uma explicação breve, é a comunicação entre os neurônios através das sinapses —, a Google é capaz de melhorar seus serviços e produtos, utilizando uma técnica conhecida simplesmente como “aprendizado profundo”, que faz uso de algoritmos para que máquinas entendam conceitos. E já tem coisa boa acontecendo... Esse processo de aprendizagem foi utilizado com sucesso para que o motor de buscas do Google examinasse diversas fotografias de gatos e aprendesse a reconhecer o animal — isso também pode acontecer com ideias mais abstratas, como saúde ou amor, por exemplo. Além disso, a técnica está sendo usada para que o carro autônomo da Gigante de Mountain View aprenda a seguir caminhos específicos. Apesar desses avanços, o dia em que as máquinas vão poder ser comparadas com o cérebro humano ainda está longe. Mas isso não quer dizer que a Google não esteja tentando, já que ela é a proprietária de um computador quântico de última geração e pode começar a desenvolver melhor a inteligência artificial a partir dele.

Carros sem motorista são testados em campus da USP(Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)
Três veículos que fazem parte do projeto CaRINA (Carro Robótico Inteligente para Navegação Autônoma) já circulam livremente pelo campus do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP). Os carros (que ainda não podem trafegar em vias públicas por questões de segurança) estão sendo testados em um terreno que oferece uma boa representação de ambientes urbanos.
De acordo com o professor Fernando Osório, que atua como coordenador no projeto, todos os testes são efetuados com um piloto capacitado no interior do veículo. “Se o sistema computacional deixa de emitir sinais para o controle ou sofre uma pane, esta pessoa pode intervir imediatamente e parar o veículo”, comenta.
Caso queira saber mais sobre a trajetória do CaRINA e conferir em detalhes o funcionamento do sistema, não deixe de ler nossa entrevista com Denis F. Wolf, um dos diretores do projeto. Ainda não há qualquer previsão para que o invento ganhe uma versão final – até agora, três edições do empreendimento já foram concebidas.


Google se baseia em redes neurais para melhorar seus serviços Com técnica inspirada no funcionamento do cérebro humano, há como melhorar motores de busca ou deixar sistemas mais inteligentes.

Google se baseia em redes neurais para melhorar seus serviçosO já famoso carro autônomo da Google. (Fonte da imagem: Reprodução/Motortrend)
Como você deve ter visto aqui no Tecmundo, cientistas já conseguiram fazer com que um supercomputador realizasse 1% do trabalho feito por um cérebro humano. No entanto, esta não é a única maneira pela qual a tecnologia pode se beneficiar deste órgão tão importante, complexo e que tem um funcionamento magnífico.
Inspirando-se nas redes neurais — que, em uma explicação breve, é a comunicação entre os neurônios através das sinapses —, a Google é capaz de melhorar seus serviços e produtos, utilizando uma técnica conhecida simplesmente como “aprendizado profundo”, que faz uso de algoritmos para que máquinas entendam conceitos.

E já tem coisa boa acontecendo...

Esse processo de aprendizagem foi utilizado com sucesso para que o motor de buscas do Google examinasse diversas fotografias de gatos e aprendesse a reconhecer o animal — isso também pode acontecer com ideias mais abstratas, como saúde ou amor, por exemplo. Além disso, a técnica está sendo usada para que o carro autônomo da Gigante de Mountain View aprenda a seguir caminhos específicos.
Apesar desses avanços, o dia em que as máquinas vão poder ser comparadas com o cérebro humano ainda está longe. Mas isso não quer dizer que a Google não esteja tentando, já que ela é a proprietária de um computador quântico de última geração e pode começar a desenvolver melhor a inteligência artificial a partir dele.


Estação Espacial Internacional recebe robô falante japonês Robô Kirobo irá se comunicar com astronauta Kochi Wakata, próximo comandante da estação espacial.


Estação Espacial Internacional recebe robô falante japonês
(Fonte da imagem: Reprodução/Daily Mail)

A estação Espacial Internacional recebeu neste domingo (04) um robô falante capaz de comunicar-se com humanos. Batizado de Kirobo (nome que une as palavras japonesas para “esperança” e robô”), o androide servirá de companhia ao astronauta Kochi Wakata, que iniciará sua missão na estação a partir de novembro.
O robô foi enviado a bordo do H-2B, uma pequena nave cargueira que também envia suprimentos e equipamentos ao espaço. A nave foi enviada partir de uma base na ilha de Tanegashima, no sul do Japão e está prevista para chegar a estação nesta sexta-feira (09).
Com 34 centímetros de altura e pesando apenas um quilo, Kirobo faz parte de um estudo que investiga se máquinas são capazes de prestar apoio emocional a pessoas isoladas durante grandes períodos.
Astronauta robótico

Kirobo está programado para se comunicar em japonês e gravar todas as conversas que realizar com o astronauta Kochi Wakata – que assumirá o posto de comandante da Estação Espacial Internacional a partir de novembro.
O androide foi criado por Tomotaka Takahashi, que deseja que o robô se transforme em um mediado entre pessoas e máquinas ou até mesmo entre duas pessoas. Segundo Takahashi, o maior desafio na criação de Kirobo foi adaptá-lo ao espaço. Para assegurar o seu bom desempenho, dezenas de testes foram realizados durante nove meses antes de se chegar ao modelo definitivo.
Durante a missão, o robozinho também contará com a ajuda de seu irmão gêmeo, Mirata, que permanecerá na Terra onde vai monitorar quaisquer problemas que Kirobo possa vir a ter enquanto estiver no espaço.
O projeto de Kirobo é fruto de uma colaboração entre Tomotaka Takahashi, a montadora japonesa Toyota e a agência de publicidade Dentsu.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Entenda como a Microsoft quer facilitar o armazenamento na nuvem A integração cada vez mais profunda com o sistema operacional pode transformar a nuvem no ambiente primário para o armazenamento de seus documentos.

Entenda como a Microsoft quer facilitar o armazenamento na nuvem(Fonte da imagem: Divulgação/SkyDrive)
Microsoft definitivamente quer que você substitua os discos rígidos pelo armazenamento na nuvem. Seguindo a linha da edição 2013 de sua famosa suíte Office, a empresa adicionou uma profunda integração entre seu serviço SkyDrive com a mais recente versão de seu sistema operacional, o Windows 8.1.
Agora, diferente do que ocorria ao utilizar quaisquer programas do gênero, o armazenamento remoto não se limita mais a somente um diretório de seu computador: você pode navegar, salvar e abrir documentos em sua conta com maior naturalidade, enquanto o SkyDrive pouco a pouco vai substituindo o Windows Explorer.
De acordo com Angus Logan, diretor de marketing de produto da Microsoft, a tendência é que precisemos guardar uma quantia cada vez maior de dados, um número tão massivo que se torna incompatível com a capacidade de dispositivos eletrônicos que estamos habituados a utilizar. E é justamente por isso que a Microsoft deseja transformar a “nuvem” em um local primário para guardar seus arquivos de forma segura, podendo acessá-los rapidamente a partir de qualquer aparelho conectado à internet.
Entenda como a Microsoft quer facilitar o armazenamento na nuvem(Fonte da imagem: Reprodução/GadgetGain)

O verdadeiro armazenamento remoto

Além disso, diferente de serviços como Box ou Dropbox (que copiam o arquivo sincronizado inteiro para seu HD), o SkyDrive mantém apenas alguns metadados e miniaturas para criar “representações” dos seus documentos armazenados na nuvem. Assim, você pode economizar um enorme espaço em seu disco rígido ao mesmo tempo em que trata seus arquivos remotos como se fossem arquivos locais (recortando-os, movendo-os ou copiando-os). Para ter uma ideia, a “representação” de uma pasta remota com 97 GBs pesa apenas 907 MBs em um computador.
E então, você também acha que os discos rígidos com alta capacidade de armazenamento estão com os dias contados? Estaria pronto para substituí-los por serviços como o SkyDrive? Deixe um comentário com a sua opinião!


13 tecnologias que podem ficar obsoletas em 10 anos Veja alguns dispositivos que estão com os seus dias contados.

Tecnologias que podem ficar obsoletas(Fonte da imagem: iStock)Quem diria que os disquetes deixariam de ser utilizados? O que falar, então, dos walkmans e discmans? Se você nasceu na década de 80, deve se lembrar também das já nostálgicas fitas cassete e das várias horas tentando usá-las para gravar uma música acompanhando a programação da estação de rádio de sua preferência.
Embora possa parecer que certos dispositivos vão nos acompanhar para o resto de nossas vidas, a tecnologia não para. Assim, algo que é muito moderno hoje pode não mais existir em um período de tempo muito menor do que poderíamos imaginar. Por outro lado, há coisas que mesmo um pouco obsoletas continuam a ser largamente utilizadas.
Abaixo, preparamos uma seleção com 13 exemplos de tecnologias que estão com os dias contados, com chances de serem completamente extintas em um período de 10 anos.

Máquinas fotográficas e filmadoras

Embora hoje esse tipo de dispositivo ainda seja bem comum, não há um lugar muito claro no futuro para as máquinas fotográficas portáteis e as filmadoras domésticas. Não estamos dizendo que as pessoas vão abandonar completamente os álbuns de família e os momentos importantes que devem ser armazenados como um pequeno vídeo caseiro.
A questão é que, atualmente, as câmeras presentes nos smartphones já conseguem substituir tais dispositivos de maneira eficiente. Além disso, como um ponto a mais para os celulares, eles costumam estar sempre conosco, diferente do que ocorre com as máquinas fotográficas, às quais recorremos apenas para o propósito de tirar fotografias.
Máquinas fotográficas portáteis(Fonte da imagem: iStock)
Da mesma maneira, os smartphones trazem aplicativos que permitem ajustar as imagens e adicionar filtros, que são recursos largamente utilizados atualmente. Vale apenas ressaltar que não estamos falando de equipamentos profissionais, pois esses sobreviverão por mais alguns anos. Porém, citando o universo de consumidores finais, é bem provável que as pessoas, com o tempo, passem a deixar de lado as máquinas fotográficas.

Linha telefônica fixa

Se você voltar no tempo, há alguns anos a ideia de que os telefones fixos seriam substituídos pareceria absurda. No entanto, atualmente, a telefonia móvel já apresenta preços muito acessíveis e planos que enquadram grande parte dos consumidores, sendo, em alguns casos, ainda mais atraentes do que as tarifas aplicadas nos planos domésticos.
Além disso, como citado no tópico anterior, o smartphone acompanha você a todos os lugares, enquanto uma linha doméstica só serve para localizá-lo na sua residência. Outro ponto que vale menção é o fato de a cada dia as pessoas utilizarem mais os serviços de VoIP para fazer ligações a partir do seu computador.
Telefones fixos(Fonte da imagem: iStock)
Os mensageiros instantâneos e as redes sociais também passaram a oferecer uma alternativa para a comunicação à distância, fazendo com que o telefone fixo seja menos utilizado para a tarefa. Por isso, é bem provável que os telefones fixos passem a ser deixados de lado gradualmente até o ponto de ficar completamente obsoletos.

Disco rígido

Fazendo uma breve análise e levando em consideração apenas os últimos anos, já é possível observar como a tecnologia para o armazenamento dos dados nos computadores sofreu várias alterações. Os tamanhos físicos diminuíram, a capacidade de guardar informações aumentou, a velocidade de gravação está mais alta e a tecnologia empregada é muito mais confiável (e melhor) do que há algum tempo.
Além dessas, muitas outras características poderiam ser apontadas. No entanto, ainda assim o disco rígido está com os dias contados, assim como os seus antecessores. Por mais que hoje os discos de estado sólido (SSD) ainda estejam com preços altos e espaços não tão atraentes, provavelmente em dez anos a história seja outra.
Discos rígidos(Fonte da imagem: iStock)
Hoje você já pode encontrar vários fabricantes que oferecem o SSD como dispositivo de armazenamento, por várias características como durabilidade, velocidade de gravação e de leitura. Adicionalmente, eles são mais estáveis que os HDs, fazendo com que os dias desse tipo de sistema estejam contados.

Óculos 3D

Desde o surgimento dos filmes em três dimensões, foi adotado esse “mecanismo” especial, feito para adaptar o olho humano ao tipo de imagem apresentado pelos efeitos do 3D. Porém, os óculos 3D não podem ser considerados “perfeitamente confortáveis”, além de o seu uso ser um pouco mais complexo quando você já precisa de óculos de grau.
Por isso, recentemente, várias tecnologias estão começando a apresentar resultados capazes de adaptar a visão para efeitos em três dimensões sem a necessidade de óculos especiais. Empresas como a HTC e a LG já lançaram dispositivos que permitem às pessoas experimentarem imagens 3D a olho nu, bem como já acontece com o Nintendo 3DS.
Óculos 3D também podem enfrentar a extinção(Fonte da imagem: iStock)
Assim, é apenas uma questão de tempo para que esse tipo de resultado seja adaptado também às telas grandes, eliminando a necessidade de existirem óculos 3D.

Controle Remoto

Voltando um pouco no tempo, muitos televisores não tinham controle remoto, fazendo com que as pessoas tivessem que sair da poltrona para trocar o canal na própria TV. Futuramente, há uma grande possibilidade de que esse tipo de dispositivo volte a desaparecer ou ao menos o aparelho dedicado a essa tarefa.
Adeus controle remoto(Fonte da imagem: iStock)
Isso porque muitos fabricantes estão desenvolvendo soluções que envolvam gestos e comandos de voz para a realizar as ações. Além disso, há aplicativos capazes de transformar os smartphones em controles eficientes para alguns aparelhos. Embora tais recursos ainda possam levar alguns anos para ser aprimorados, a tendência é que os controles remotos como conhecemos hoje sejam extintos.

CDs e DVDs

Assim como o sistema de armazenamento do computador passou por vários aprimoramentos, o mesmo aconteceu com as mídias de dados. CDs e DVDs representam maneiras mais confiáveis ao armazenamento de dados do que os antigos disquetes, por exemplo. Além disso, com relação a um dispositivo para a reprodução de músicas, a qualidade do som é muito maior do que o antigo disco de vinil.
CDs e DVDs(Fonte da imagem: iStock)
Várias outras características poderiam ser citadas para indicar como esse tipo de mídia “revolucionou” a história da sua própria forma. Não estamos dizendo, também, que os CDs e os DVDs não vão desaparecer da noite para o dia – especialmente se você levar em conta que muitos títulos raros (falando de músicas e filmes) ainda não podem ser encontrados em Blu-rays ou adquiridos via internet, por exemplo.
Porém, por mais que eles venham a ser utilizados por mais alguns anos, com o tempo, possívelmente tais mídias serão substituídos por tecnologias que sejam mais duráveis, confiáveis ou com maior capacidade de armazenamento.

DVD Player

Você se lembra dos antigos videocassetes? Há pouco mais de 10 anos eles estavam começando a ser substituídos pelos aparelhos para reproduzir DVDs. Hoje, o Blu-ray já se encontra relativamente popular e representa uma mídia mais segura e com maior qualidade para o armazenamento de filmes, por exemplo.
Reprodutores de DVD(Fonte da imagem: iStock)
Além disso, serviços como o Netflix também passaram a ser adotados por várias pessoas. Outro quesito que vale nota é o fato de os computadores e os consoles modernos serem plenamente capazes de executar esse tipo de mídia. Dessa forma, acredita-se que em breve seja completamente desnecessário ter um dispositivo apenas para reproduzir DVDs.

Máquinas de fax

Talvez você não possua esse tipo de aparelho na sua casa, mas, atualmente, muitas empresas (e pessoas) ainda utilizam máquinas de fax para a transmissão rápida de documentos. O emprego delas é maior quando é preciso ter uma autorização formal do cliente, como em papéis nos quais seja imprescindível ter uma assinatura.
Entretanto, hoje temos à nossa disposição várias maneiras de enviar documentos em instantes, como serviços de email, mensageiros instantâneos, entre outros. Esses meios representam uma forma para a transmissão de um documento tanto mais econômica quanto muito mais rápida, além de permitir que você possa visualizar o arquivo em questão por mais tempo do que aconteceria no caso de um papel de máquinas de fax.
13 tecnologias que podem ficar obsoletas em 10 anos(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Mesmo a tecnologia para assinatura digital está em constante evolução, permitindo que as pessoas sejam capazes de realizar autorizações de maneira eletrônica. Por isso, é possível dizer com certa tranquilidade que em breve máquinas de fax serão completamente deixadas de lado.

Relógios de pulso comuns

Ainda que a presença de um relógio no pulso possa fazer um indivíduo parecer “mais respeitável”, no modelo atual eles não são mais uma peça vital na vida das pessoas. Pense em quantas vezes utilizamos um desses dispositivos para ver as horas em vez dos nossos smartphones, reprodutores de MP3 e aparelhos semelhantes.
Relógios serão aprimorados(Fonte da imagem: iStock)
Da mesma maneira, quando estamos em casa, somos cercados por relógios. Eles estão presentes no computador, no micro-ondas, no aparelho de TV a cabo, no reprodutor de DVD ou de Blu-ray; atualmente, diversos aparelhos eletrônicos já possuem uma maneira para você visualizar o horário sem ter que recorrer a um relógio de pulso.
Ainda assim, talvez eles não venham a ser completamente extintos, mas sim substituídos por smartphones ou outros gadgets adaptados para o uso no pulso.

Sistemas operacionais baseados em janelas

Essa é uma tendência que talvez leve um pouco mais de 10 anos para ser completamente extinta. Porém, com o tempo, os sistemas operacionais como conhecemos hoje vão passar por mudanças na forma utilizada para acessar os programas e utilizá-los. Em partes, isso acontece devido à popularização da tecnologia touchscreen.
Windows 8 quebrando paradigmas(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Basta observar que mesmo a Microsoft, amplamente conhecida por adotar um sistema operacional cuja interface contém uma “Área de trabalho com janelas”, já tentou quebrar o paradigma com o Windows 8. Provavelmente, no futuro, os sistemas passem a ser mais adaptados para telas sensíveis ao toque e o modelo atual seja substituído.

Monitores e TVs “de tubo”

Embora essa tecnologia já esteja em fase avançada de substituição, ainda é possível encontrar locais que adotam monitores e TVs CRT (sigla para o termo cathode ray tube, em inglês, ou "tubo de raios catódicos”). Da mesma forma, esses produtos ainda continuam à venda e os preços mais populares praticados ainda atraem alguns consumidores.
Monitores afinando(Fonte da imagem: iStock)
Porém, cada vez mais os aparelhos de TV e monitores estão mais finos, e a tecnologia empregada neles já está em um grau avançado, além de os custos de produção terem ficado mais baixos. Com isso, os modelos mais novos certamente substituirão por completo os CRTs que ainda estão no mercado.

Pagers

Por mais que você possa não acreditar, os pagers ainda existem – e ainda estão em uso. Quando eles foram lançados, o objetivo era proporcionar uma forma de encontrar um indivíduo onde quer que ele estivesse. À medida que as taxas de telefones celulares passaram a ser mais acessíveis, esse tipo de aparelho já começou a sua jornada rumo à extinção.
13 tecnologias que podem ficar obsoletas em 10 anos(Fonte da imagem: Divulgação/Motorola)
Hoje, praticamente não há mais uma função que faça com que o pager seja um aparelho essencial, e é possível que não sejam necessários 10 anos para que eles passem a não ser mais utilizados.

Máquinas de escrever

Pode não parecer, mas as máquinas de escrever foram mecanismos que tiveram grande destaque por muitos anos. Elas evoluíram de modelos completamente mecânicos para elétricos e serviram durante muito tempo para datilografar documentos, trabalhos escolares e cartas, entre outros, desempenhando um papel importante na comunicação.
13 tecnologias que podem ficar obsoletas em 10 anos(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Hoje, poucas máquinas de escrever ainda estão em uso, mas o seu legado, o teclado QWERTY, talvez ainda permaneça entre nós por vários anos.

Nostalgia à parte

Quem cresceu com as tecnologias citadas talvez sinta certa nostalgia quando existe a possibilidade de extinção de vários itens que ocuparam grande parte de uma vida. Já quem ainda é criança talvez não venha sequer a conhecer muitos desses dispositivos, ou ao menos não no seu uso cotidiano.
A tecnologia está em constante evolução e há sempre uma grande preocupação em tornar a vida das pessoas mais simples. Há quem diga que em 10 anos não teremos mais os mouses e os players de MP3. Embora tal afirmação pareça um pouco exagerada, somente com o passar do tempo será possível afirmar com real embasamento se ela será verdadeira.

San Disk lança a Connect, nova linha de produtos de armazenamento sem fio Foco da novidade é a comunicação com dispositivos mobile, sem importar se são smartphones ou tablets.

San Disk lança a Connect, nova linha de produtos de armazenamento sem fio(Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)
Hoje em dia, é normal que as pessoas tenham um bom computador, um smartphone e até mesmo um tablet, já que esses produtos podem se adequar a situações ou necessidades diferentes. No entanto, um dos problemas de trabalhar com tantos aparelhos diferentes é o fato de haver a necessidade de transferir arquivos entre eles.
Uma das soluções para não ter que ficar repassando arquivos são os serviços na nuvem, mas não é todo mundo que consegue gostar deles — e essa “incompatibilidade” pode acontecer por diversos motivos. Em uma tentativa de resolver essa questão, a empresa San Disk está lançando uma nova linha de produtos de armazenamento sem fio, chamada apenas de Connect.

A preferência é pela mobilidade

San Disk lança a Connect, nova linha de produtos de armazenamento sem fio(Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)
Para que você não tenha que ficar salvando e enviando os mesmo arquivos diversas vezes, a linha Connect conta com dois produtos diferentes. O primeiro é um pendrive, que conta com capacidade de armazenamento de 16 ou 32 GB, além de suporte para conexão WiFi e micro SD. Com isso feito, você pode salvar um arquivo no aparelho através do seu PC e acessar esses dados por internet sem fio com o smartphone ou tablet.
A outra alternativa é um Wireless Media Drive que também tem 64 GB de armazenamento, assim como suporte para WiFi e possibilidade de utilizar um SD de tamanho maior. Além disso, o aparelho conta com uma bateria que dura duas vezes mais do que a do pendrive. No entanto, para utilizar os dois aparelhos, é necessário realizar o download dos aplicativos específicos desenvolvidos pela San Disk.
O pendrive pode ser encontrado por US$ 49 (cerca de R$ 98, sem impostos) e US$ 59 (R$ 118), sendo que esses valores dizem respeito aos modelos de 16 e 32 GB, respectivamente — enquanto isso, o segundo aparelho pode ser comprado por US$ 79 (R$ 158). Infelizmente, não há informações concretas sobre vendas no Brasil.

A história das telas touchscreen .Antes populares apenas em histórias de ficção científica, as telas sensíveis ao toque hoje fazem parte do dia a dia de centenas de milhões de pessoas.

A história das telas touchscreenCriança brincando com tela sensível ao toque. (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Há alguns anos não era nada comum ver alguém usando um dispositivo com tela sensível ao toque, especialmente um celular. Se você nasceu até os 1990, é bem provável que o primeiro aparelho equipado com tal tecnologia que viu foi em alguma obra de ficção científica do cinema.
Atualmente, smartphones, tablets, GPS e até mesmo monitores que fazem parte do nosso dia a dia trazem telas do gênero. Seja dentro de casa ou na rua, em totens digitais ou caixas eletrônicos espalhados pela cidade, não é tão incomum ver alguém utilizando os dedos (ou uma caneta especial) para manipular o conteúdo exibido no display.
Apesar de ter caído nas graças fabricantes e utilizadores há pouco tempo, a história das telas sensíveis começou há cerca de 50 anos, na Inglaterra, com o inventor E. A. Johnson. De lá pra cá, o conceito evoluiu bastante por meio de contribuições de vários cientistas ao redor do mundo.

A primeira touchscreen

Era o ano de 1965 quando o inventor britânico E. A. Johnson descreveu seu trabalho em torno de uma tela sensível ao toque capacitiva em um pequeno artigo — dois anos depois, ele descrevia o seu conceito em um texto mais completo. Em 1968, um novo artigo do mesmo cientista é publicado, desta vez tratando das possibilidades da tecnologia.
O fato é que os historiadores consideram a tela desenvolvida por Johnson no Royal Radar Establishment, em Malvern, Reino Unido, como o primeiro touchscreen da história. O equipamento foi desenvolvido para uso em radares de controle de tráfego aéreo, perdurando até a década de 1990.
A história das telas touchscreenPrimeiro touchscreen da história. (Fonte da imagem: Bill Buxton)
O equipamento, apesar de capacitivo, era bem simples. Ele era capaz de suportar apenas um toque por vez (ou seja, não tinha suporte multitouch) e também era binário, identificando apenas duas posições: toque ou ausência de toque, independente da pressão aplicada ao display.

Um acidente dá à luz as telas resistivas

Por incrível que pareça, as telas capacitivas, aquelas que podem ser manipuladas com precisão usando apenas a ponta dos dedos para isso, foram criadas antes das resistivas, as que demandam o uso de canetas especiais. Estas surgiram apenas no início dos anos 1970, quando o inventor estadunidense G. Samuel elaborou um método de facilitar os estudos de sua equipe de física nuclear.
Para acelerar um trabalho tedioso, o doutor Samuel — junto de outros dois membros de sua equipe — usou um papel eletronicamente condutivo para ler coordenadas X e Y. Esse protótipo criou meio que sem querer a primeira tela de computador sensível ao toque que se tem conhecimento.

Projeto PLATO

O próximo passo da escala evolutiva ocorreu também no início dos anos 70 e foi chamado de projeto PLATO. A tela utilizada no terminal PLATO IV foi uma das várias surgidas na época e uma das mais bem-sucedidas, apesar de ainda não ser sensível à pressão.
A história das telas touchscreenPLATO IV. (Fonte da imagem: Divulção)
Ela não era nem resistiva, nem capacitiva, mas funcionava a partir de um sistema de infravermelho sobre uma tela de plasma (tecnologia utilizada atualmente nos televisores de plasma). O dispositivo foi criado por Donalt Bitzer na Universidade de Illinois, Estados Unidos, e servia para que os estudantes respondessem questões apenas tocando na tela.

E começam os multitouch

Até então, as telas sensíveis ao toque não eram capazes de identificar mais de um toque por vez. Isso começa a mudar em 1982, quando Nimish Mehta, da Universidade de Toronto, no Canadá, apresenta o primeiro dispositivo multitouch do mundo.
Na opinião de Bill Buxton, cientista canadense pioneiro no ramo da interação entre computador e seres humanos e que deu grandes contribuições ao aperfeiçoamento da criação de Mehta, o aparelho era mais um tablet sensível ao toque do que uma tela propriamente dita.
Em sua linha do tempo de dispositivos de interação com a máquina, Buxton apresenta a o sistema multitouch de Mehta como “um filtro de plástico translúcido montado sobre uma placa de vidro, iluminado lateramente por uma lâmpada fluorescente”. Além disso, uma câmera acoplada abaixo da superfície tátil capturava opticamente as sombras que apareciam no filtro transparente.

Interação gestual

As telas começavam a se desenvolver, mas ainda não apresentavam suporte ao reconhecimento de gestos. Foi Myro Krueger, um artista digital estadunidense, que deu a primeira grande contribuição para mudar esse panorama em 1983, quando apresentou o Video Place (mais tarde renomeado para Video Desk).
O equipamento era um sistema óptico que permitia rastrear o movimento por meio do uso de projetores e câmeras de vídeo. A interação não se dava propriamente com a tela, mas a captação óptica era capaz de reconhecer inúmeros movimentos ou, como relatou Krueger em um livro, se tratava de uma “rica interação gestual”.

A era do touchscreen comercializável

Os anos 1980 marcam um grande salto na história dos dispositivos com telas sensíveis ao toque: o primeiro computador equipado com essa tecnologia chega ao mercado em setembro de 1983, o HP-150. Ele estava equipado com MS-DOS e trazia ainda um monitor de CRT da Sony de 9 polegadas. Um sistema infravermelho reconhecia quando um dedo tocava o display. Era possível ter um desses em sua casa por US$ 2.795.
O grande contratempo, porém, foi o efeito “braço de gorila”. Assim foi chamada a fadiga muscular causada por ter que manter o braço no ar para tocar a tela, afinal, o infravermelho emitido pelo aparelho era bloqueado por seu dedo e, desse modo, a máquina identificava exatamente onde ele se encontrava.
A história das telas touchscreenHP-150. (Fonte da imagem: Divulgação/HP)
Assim, pode-se dizer que a primeira tela do gênero a ser um sucesso comercial foi a criada por Bob Boie do Bell Labs, EUA, em 1984. Ela usava uma matriz capacitiva transparente de sensores táteis sobrepostos em um CRT. Segundo Bill Buxton, ela permitia ao usuário “manipular objetos gráficos com os dedos com um excelente tempo de resposta”.

As telas se tornam portáteis

Os anos 1990 foram o início da fase portátil das touchscreen. O primeiro foi o comunicador portátil Simon Personal Communicator, criado a partir de uma parceria entre a BellSouth e a IBM e que trazia funções de pager, envio e recebimento de emails, calendário, agenda, bloco de notas e calculadora. A tela era resistiva e exigia uma caneta para funcionar.
Muito tempo antes do iPad, a Apple se aventurou no mundo dos blocos de nota digitais com telas sensíveis ao toque: em 1993, a empresa lançava o MessagePad. Resistiva, ela também precisava de uma caneta especial para a manipulação de conteúdo. Por falhas técnicas, o produto foi um fracasso de vendas, ao contrário do seu descendente atual.
A história das telas touchscreen (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Em 1996, foi a vez da Palm entrar no jogo com o Pilot, primeiro de vários dispositivos touchscreen da companhia. A experiência com o equipamento era simples e se assemelhava a desenhar em um pedaço de papel. Por alguns anos e depois de diversos lançamentos, a Palm foi a grande referência quando o assunto era equipamentos de comunicação portáteis com telas sensíveis ao toque.

Chegam os multitouch atuais

No final dos anos 1990, uma nova revolução esteve a caminho das touchscreen. Estudante da Universidade de Delaware, Estados Unidos, Wayne Westerman apresentou a sua dissertação de doutorado “Rastreamento de mão, identificação de dedo e manipulação de acorde em uma superfície multitoque”.
Na publicação, Westerman detalha melhor os mecanismos que atualmente são aplicados às telas que suportam vários toques, utilizadas em praticamente todos os smartphones e tablets. O estudante e seu orientador acadêmico criaram uma empresa chamada FingerWorks, na qual exploraram melhor os seus conceitos.
A história das telas touchscreeniGesture Pad. (Fonte da imagem: Divulgaçãi/FingerWorks)
Lá, eles criaram um equipamento chamado iGesture Pad, um trackpad semelhante ao utilizado em notebooks nos dias de hoje. Vale lembrar que a FingerWorks foi adquirida pela Apple em 2005 e muitas das tecnologias multitouch aplicadas em produtos da Maçã, como o Trackpad e o iPhone, vêm da empresa de Westerman e seu orientador.

Desenvolvimento, 3D e touchscreen

A chegada dos anos 2000 foi realmente significativa para a tecnologia de telas sensíveis ao toque, com um grande número de equipamentos surgindo nesse período. Em 2001, um a chegada do PortfolioWall marca uma nova fase nas possibilidades de interação com conteúdo digital.
O equipamento foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a General Motors e uma equipe da Alias|Wavefront. Bill Buxton era o líder do projeto e conta que o PortfolioWall era uma “interface gestual que permitia aos usuários interagir completamente com um material digital”. O equipamento era indicado para grupos de trabalho, pois permitia a manipulação de imagens e animações usando apenas os dedos para isso.

Múltiplos toques e posições

Em 2002, foi a vez da Sony dar sua contribuição à rica história das telas sensíveis ao toque. A empresa japonesa trouxe ao mundo a SmartSkin, uma tecnologia capaz de calcular a distância entre a mão e a superfície por meio de sensores capacitivos e de uma antena.
Diferente de outros métodos, a captação aqui não se dava por meio de câmeras, mas sim de sensores integrados à superfície tátil. Apesar de não ter alcançado um sucesso de mercado, a SmartSkin trouxe grandes contribuições ao desenvolvimento de telas capacitivas e também pode ser considerada predecessora das multitoques atuais.

Pegando com os dedos

O próximo estágio foi iniciado com o HandGear, da empresa canadense DSI Datotech, em 2002. Ele era basicamente um trackpad como o iGesture, mas tinha uma capacidade extra: era possível “pegar” objetos da tela usando o equipamento, aumentando assim o controle da interação com o conteúdo digital. Problemas financeiros impediram o prosseguimento do projeto.
Em 2004, um funcionário da Microsoft desenvolveu uma tela 3D sensível ao toque que funcionava por meio do reconhecimento de gestos. Seu criador era Andrew D. Wilson e a invenção, chamada de TouchLight, usava um projetor para transformar uma placa de acrílico em uma superfície interativa capaz de reconhecer múltiplos toques.

Avanços e superfícies tocáveis

A história da humanidade é, sobretudo, a história da acumulação e transformação do conhecimento — e este artigo já mostra o quanto tecnologias diferentes estão interligadas de forma direta ou indireta. Assim, em 2006, o cientista Jeff Han apresentou ao público a sua tela sensível ao toque livre de interface.
O material era uma ideia inacabada que usava sistema capacitivo e infravermelho para identificar exatamente onde estava sendo tocado. A tela foi possível, explica Han, graças à “reflexão total interna frustrada”, ou FTIR na sigla em inglês, uma técnica biométrica para reconhecimento de impressões digitais.
A criação de Jeff Han era sensível à pressão e capaz de sentir absolutamente qualquer toque na tela, além de sua produção não ser tão cara, como relatou o inventor durante apresentação no TED daquele ano. Em 2012, Han vendeu sua empresa para a Microsoft.

Computador dentro da mesa tátil

Antes de “Surface” ser o nome do tablet da Microsoft, a companhia de Bill Gates usou o título para representar a sua tabletop sensível ao toque. Um “computador dentro de uma mesa”, como relatou o Ars Technica em 2007, o equipamento trazia imagens retroprojetadas em uma superfície localizada no topo de uma mesa.
Foram 85 protótipos até que o material ficasse pronto para a sua primeira versão final, demonstrada pelo próprio Gates. Em 2008, a companhia apresentou ao mundo uma versão de 30 polegadas do equipamento e revelou também que seu foco eram comerciantes que desejavam dar uma amostra de hardware e software a seus clientes dentro da loja.
A história das telas touchscreenMicrosoft Surface (Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)
Os últimos anos foram de renovação para a linha: a Microsoft mudou o nome, visto que Surface agora é o tablet desenvolvido pela empresa, e passou a chamar sua tabletop de PixelSense.
O equipamento funciona com luz posterior que emite infravermelho, atinge o vidro da tampa e reflete nos sensores integrados, permitindo assim identificar a ação realizada na tela. Assim, o nome escolhido pela Microsoft reflete exatamente a capacidade de seu produto: cada pixel do display é sensível ao toque.

50 anos depois

Quase cinco décadas depois do trabalho apresentado por E. A. Johson no Reino Unido, as telas sensíveis ao toque servem a seus usuários das mais variadas maneiras. Para fins de entretenimento ou profissionais, é fato que estes dispositivos vão fazer cada vez mais parte de nossa vida. Como isso vai acontecer, porém, já é outra história.