quarta-feira, 26 de junho de 2013

Chips da Intel equipam o novo supercomputador mais rápido do mundo Processadores Intel Xeon Phi e Xeon equipam a máquina, que conseguiu dobrar a potência do líder anterior.


Chips da Intel equipam o novo supercomputador mais rápido do mundo (Fonte da imagem: Divulgação/Intel)

Foi divulgada a nova lista Top500 dos supercomputadores mais potentes de todo o mundo. E 80% dos sistemas presentes nessa lista são equipados com processadores fabricados pela Intel — o que inclui 98% de todos os supercomputadores que não estavam na lista anterior e também o mais novo líder do segmento.
O sistema, conhecido como “Milky Way 2” (ou Tianhe 2, em chinês), inclui 48.000 coprocessadores Intel Xeon Phi e 32.000 processadores Intel Xeon, operando em seu pico de desempenho a 54.9 PFlops (54,9 quadrilhões de operações de pontos flutuantes por segundo) – mais do que o dobro do desempenho do sistema melhor classificado na edição passada do lista Top500, em novembro de 2012.
Desde 1997 não aparecia na primeira colocação do ranking uma máquina que possuísse apenas processadores da Intel em seu funcionamento. Esta supermáquina foi construída para o Centro Nacional de Supercomputação em Guangzhou, na China e será responsável por cálculos e outras operações científicas a serem realizados para pesquisas no local.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Japoneses desenvolvem óculos que bloqueiam reconhecimento facial Tecnologia utiliza LEDs que emitem luz quase infravermelha para barrar detecção de nariz e olhos.




Em tempos em que as verdades sobre a privacidade estão sendo questionadas no mundo todo, inclusive no país mais rico da atualidade, novas medidas para nos proteger da vigilância constante estão sendo criadas. No Japão, pesquisadores do Instituto Nacional de Informática desenvolveram óculos capazes de bloquear o reconhecimento de rostos por câmeras.
O equipamento possui onze pequenos LEDs que emitem uma luz próxima ao infravermelho, que é invisível a olho nu, mas é capaz de barrar o mecanismo de delimitação facial da maioria das câmeras. Os óculos usam essa barreira luminosa para bloquear a região do nariz e dos olhos, normalmente utilizada para o reconhecimento de rostos por esses aparelhos.
No entanto, a nova tecnologia não funciona com câmeras que não detectam luz infravermelha. Para driblar esse obstáculo, os pesquisadores estão estudando o uso de materiais reflexivos, que fazem com que a luz do exterior seja absorvida e pareça branca, o que impediria a identificação facial.
Fonte: DigInfo TV

Próximo iPad mini não deve ter tela Retina, afirma especialista Contrariando alguns rumores, analista do mercado de portáteis aposta que novo iPad de baixo custo deve continuar utilizando a mesma tela do modelo atual.


Próximo iPad mini não deve ter tela Retina, afirma especialistaNovo iPad mini não deve contar com tela Retina. (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)
Que mais cedo ou mais tarde um novo iPad mini será lançado, disso poucos duvidam, mas há  divergência na hora de apostar nos detalhes que devem aparecer no novo aparelho. No início do mês passado, o analista Richard Shim, do NPD DisplaySearch, revelou sua aposta de que um iPad mini 2 chegaria ainda em 2013 e, em 2014, ganharia  uma nova versão com tela de Retina.
Entretanto, nesta terça-feira (18), o mesmo Shim parece estar menos otimista sobre o assunto. Em postagem no Analyst Blog, ele aposta agora que o próximo iPad mini deve usar a mesma tecnologia de tela utilizada no modelo atual do tablet, com resolução de 1024x768 pixels, mas mais fino e com processador renovado.
Apesar disso, a Apple parece caminhar mesmo para uma padronização de seus aparelhos com a Retina. A ideia surge a partir da determinação da empresa para que desenvolvedores programem seus aplicativos para se tornarem compatíveis com a tecnologia, bem como por causa das novas screenshots da App Store, já otimizada para esse tipo de tela.
Segundo Shim, o lançamento do novo iPad mini ocorreria no segundo semestre de 2013.
Fonte: Analyst Blog


Pesquisadores de Tóquio desenvolvem sistema de câmeras inovador Concebido pela Universidade de Tóquio, esse sistema de câmeras pode transformar o modo como acompanhamos algumas coberturas de esportes.


Pesquisadores de Tóquio desenvolvem sistema de câmeras inovador(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)
Pesquisadores da Universidade de Tóquio, no Japão, criaram um sistema de câmeras que pode capturar pequenos itens, como bolas, em alta velocidade e grande qualidade, focalizando-os permanentemente no centro da imagem.
O sistema pode transformar o jeito que o público assiste a alguns jogos, como o baseball – esporte bastante popular nas terras nipônicas e nos Estados Unidos.
A tecnologia está em fase de testes, porém parece bastante promissora, principalmente por fornecer imagens de altíssima qualidade e sem perda de quadros por segundo – além disso, os filmes não ficam borrados com a rapidez da filmagem.
Recentemente, os criadores do sistema saíram do laboratório de testes e passaram a experimentar as câmeras em grandes áreas externas. Se as câmeras conseguirem obter um desempenho igual ao dos laboratórios, o sistema poderá ser implementado nas coberturas dos jogos em até dois anos.

Entenda como esse sistema funciona

Uma bola de ping pong foi utilizada como exemplo em alguns filmes de demonstração do processo. O sistema faz uso de um conjunto específico de lentes e de dois espelhos ajustáveis que acompanham o percurso do item selecionado como foco da imagem. Desse modo, não é necessário que as lentes da câmera se movimentem, já que os espelhos seguem o item e transmitem as imagens para o aparelho.
Confira um pequeno filme de demonstração do sistema:
Os espelhos contam com uma configuração bastante potente, capaz de seguir os movimentos da bola sem perdê-la de foco – desde que ela não saia do campo de visão da câmera. É um método de captura bastante interessante para acompanhar jogos que possuem pequenas bolas no campo, fornecendo mais detalhes e ângulos diferentes.
E você, achou interessante esse estilo de captura de imagens?
Fonte: Engadget


terça-feira, 18 de junho de 2013

Estamos preparados para a resolução 4K? Especulações acerca dos possíveis rumos e problemas que a nova tecnologia vai encontrar neste e nos próximos anos.



Já faz algum tempo que as fabricantes vêm sonhando em lançar televisores e dispositivos com suporte para a tecnologia 4K. A novidade que foi destaque ano passado em muitas notícias no Tecmundo ganhou grande notoriedade na CES 2013.
Agora, esses televisores finalmente chegam para o consumidor. Contudo, os preços salgados dos produtos deixam toda a ideia um tanto utópica. De qualquer forma, os aparelhos já existem e provaram que a tecnologia realmente saiu do papel.
O grande problema é que existem diversos empecilhos que podem dificultar a popularização da “Ultra” qualidade de imagem. Hoje, vamos mostrar os tantos quesitos que precisarão de adaptações para que a tecnologia 4K chegue a ser um sucesso.

Falta conteúdo para transmitir

A tecnologia 4K já chegou, mas agora que as pessoas estão comprando suas TVs surge uma dúvida: ao que vou assistir na TV? Pois é, essa é uma questão ainda sem resposta. A quantidade de conteúdo com tamanha resolução é quase zero. Fora alguns vídeos demonstrativos e conteúdos do computador, não há filmes e shows televisivos com essa qualidade.
E não estamos falando da questão de uma opção (ou da falta de capacidade tecnológica) das operadoras de TV a cabo. O problema é mais embaixo. Basicamente, não existem filmes produzidos com tamanha resolução. Os atuais shows televisivos (e até os longas-metragens) são gravados com resolução inferior a 4K, ou seja, não há o que transmitir.
As emissoras até poderiam transmitir vídeos com a nova tecnologia, mas os vídeos exibidos seriam apenas conversões de Full HD para 4K. Resultado? A qualidade seria uma tremenda porcaria, uma vez que os pixels seriam esticados e isso não iria garantir filmes mais nítidos.

Não existem discos prontos para os filmes

Deixando esse pequeno detalhe da inexistência de conteúdos, devemos pensar em uma mídia capaz de armazenar os vídeos em 4K. Atualmente, os BDs comportam — tranquilamente — vídeos comprimidos em Full HD em um espaço de aproximadamente 50 GB.
Esses discos de camada dupla têm quase todo o espaço ocupado com um filme de apenas três horas que conta com duas ou três faixas de áudio. Vale notar que tais longas nem trazem conteúdo adicional, visto que a maioria dos vídeos extras é inserida em um disco separado.
Estamos preparados para a resolução 4K? (Fonte da imagem: Divulgação/Blu-ray Disc)
Sem precisar falar em bitrate ou fazer cálculos, podemos ter a certeza de que a atual tecnologia do Blu-ray não serve para filmes em 4K. A Sony cogita que 100 GB é suficiente, mas talvez não seja tão simples reduzir o tamanho e manter a qualidade. Agora, vamos pensar um pouco além e investigar quanto espaço seria necessário para guardar um longa com tamanha qualidade.

Hora da matemática

Para efeitos de cálculo, vamos usar a resolução 4K UHD (3840x2160 pixels) de televisão — existem outros padrões para cinema. Em nosso exemplo, vamos utilizar um filme de 24 fps descomprimido (com a máxima qualidade).
Primeiramente, usando a matemática básica, obtemos o número total de pixels de cada frame. Basta multiplicar 3.840 por 2.160 para saber que cada quadro do filme exibe 8.294.400 de pixels. Agora, multiplicamos este valor em pixels pela profundidade de cor (são 48 bits por canal, o que totaliza 144 bits). Resumindo: o resultado dessa conta é 149 MB por frame.
Estamos preparados para a resolução 4K? (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)
Para facilitar um pouco, vamos usar a calculadora do Video bitrate calculator. Considerando os 24 frames que estabelecemos previamente, obtemos o bitrate do vídeo, que é de 14,33 Gbps, ou seja, cada segundo de vídeo ocupa 1,79 GB. Agora, é fácil saber que 1 minuto resulta em 107,5 GB e que 1 hora necessita de 6,45 TB de espaço em disco.
Com tais números podemos concluir que um filme de 2 horas ocuparia facilmente 13 TB. Isso quer dizer que seriam necessários 260 discos em Blu-ray para guardar um único filme em 4K. Claro, os filmes geralmente são comprimidos, mas, mesmo usando uma técnica avançada, um filme requisitaria uma mídia com alguns terabytes.

Streaming 4K? Muito difícil...

Poderíamos pensar na questão do streaming. O envio de dados via web não tem restrições de tamanho máximo, o que até poderia garantir que alguns serviços trabalhassem com essa tecnologia. Ainda que não seja uma possibilidade totalmente descartada, poucas empresas dariam um passo tão largo, visto que as atuais conexões não suportam grandes transmissões.
Estamos preparados para a resolução 4K? (Fonte da imagem: Reprodução/Netflix)
É importante notar que a transmissão de tamanhas quantidades não apenas seria problemática para o consumidor, mas também para os servidores do serviço em questão. É inviável trabalhar com taxas de uploads tão absurdas e atender a uma grande quantidade de clientes. O Netflix até cogita implementar o 4K em um ou dois anos, mas não dá detalhes sobre a qualidade dos vídeos.

Os computadores também não estão prontos

Bom, se você acha que o sonho está longe, saiba que ele está muito além do que você imagina. Tirando as possibilidades de transmissão de canais em 4K, vídeos via streaming e o lançamento de Blu-rays com tamanha capacidade, nos resta apenas confiar na reprodução de conteúdo através de um computador.
Aqui, existe outra série de problemas que inviabiliza a adoção da tecnologia. Primeiro, é preciso considerar que para baixar um filme tão grande (supondo que um vídeo ocupasse apenas 2 ou 3 TB), o usuário deveria ter um disco gigantesco. Na prática, uma pessoa com dois HDs de 3 TB poderia armazenar apenas dois filmes. Até aqui, não seria impossível.
Estamos preparados para a resolução 4K? 
(Fonte da imagem: Divulgação/EVGA)

Acontece que há alguns quesitos prévios para que o consumidor possa executar vídeos em 4K. O primeiro deles é a presença de uma placa de vídeo capaz de processar tamanha quantidade de dados. Bom, nem todo mundo possui um computador com placa gráfica dedicada, algo que já dificulta a popularização da tecnologia.
Consideremos hipoteticamente que todos possuem placas robustas. Agora, vamos parar em outro problema: a tecnologia de transmissão. O padrão HDMI (presente em muitas TVs e monitores) já possui suporte para a tecnologia 4K, mas não possui banda para trabalhar com mais de 30 frames por segundo.
Para filmes, o HDMI até pode dar conta do recado, mas a tecnologia não seria suficiente para jogos e outras atividades com maior quantidade de frames. O DisplayPort, por outro lado, já vem melhor preparado para a novidade, porém ainda não está presente em uma grande gama de produtos.
Se você acha que os problemas acabaram aqui, devemos notar que eles estão apenas começando. Por ora, os sistemas ainda não estão bem adaptados à nova tecnologia. Conforme notícia recente do The Verge, o OS X, por exemplo, apenas realiza um upscaling (aumento de escala de pixels) do conteúdo do sistema para a resolução 4K.
Estamos preparados para a resolução 4K? (Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Sobre essa técnica de esticar os pixels, devemos salientar que ela não melhora a qualidade em absolutamente nada. Basicamente, um mesmo pixel, que antes ocupava um determinado espaço, vai ocupar uma área quatro vezes maior. Na prática, isso quer dizer que o pixel cresceu em tamanho físico e que ele será muito mais aparente.
Bom, mesmo conseguindo configurar a placa para reproduzir tantos pixels, essa mudança na configuração de vídeo pode gerar lentidão no sistema e na resposta de alguns aplicativos. Tudo isso quer dizer que tanto sistema quanto software e hardware precisam ser adaptados e devidamente preparados para o novo padrão de qualidade.
Os únicos conteúdos que realmente podem oferecer melhoria significativa nos computadores são os jogos. Apesar disso, devemos ressaltar que somente placas de vídeo monstras (como a GTX Titan e a Radeon HD 7990) podem trabalhar com tamanha resolução sem sofrer com problemas de desempenho.

A piada é muito melhor no futuro

Pois bem, se você acha que a resolução 4K é extremamente absurda e desnecessária para uso em sua sala de filmes, saiba que a indústria do entretenimento está preparando algo ainda melhor. Em breve, vamos ter conteúdos com qualidade 8K. Com o dobro de pixels na largura e o dobro de pixels na altura, essa nova tecnologia resultará em números inimagináveis.
Estamos preparados para a resolução 4K? (Fonte da imagem: Reprodução/SkySkan)
Se já não temos tecnologia suficiente para o padrão 4K, talvez nem seja preciso fazer cálculos para mostrar o quão inviável é apostar em conteúdos de definição tão elevada. Não temos como saber de que forma as fabricantes e produtoras de conteúdo pretendem contornar esses empecilhos, mas alguma solução vai aparecer muito em breve.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/4k/40927-estamos-preparados-para-a-resolucao-4k-.htm#ixzz2WZE1p8Wf

Conceito de capacete de motociclista tem mapa no visor e comandos de voz O LiveMap projeta imagens no visor e tem reconhecimento de voz.




Usar GPS é relativamente tranquilo quando você está em um carro e pode usar o tempo do semáforo ou do congestionamento para consultar rotas. Mas o motociclista não pode fazer isso – a não ser que esteja equipado com o conceito acima, criado por cientistas russos.
Basicamente, o LiveMap é um capacete com tecnologias de realidade aumentada e navegação, como se fosse um Google Glass especializado. A ideia é projetar imagens coloridas e nítidas em um espelho na altura do visor para avisar sobre rotas sem atrapalhar o condutor.
Há ainda um sistema de reconhecimento de comandos de voz, como a assistente pessoal Siri, da Apple. Você pode ajudar o projeto, que está em financiamento no site Indiegogo. São necessários US$ 150 mil (cerca de R$ 300) para que o acessório seja lançado comercialmente – e o preço não deve ser menos de US$ 1,5 mil (aproximadamente R$ 3 mil).
Fonte: Mashable

Windows Phone é atualizado com reconhecimento de voz mais eficaz Conforme a Microsoft, usuários norte-americanos já podem sentir melhorias significativas no recurso.


Windows Phone é atualizado com reconhecimento de voz mais eficaz 
(Fonte da imagem: Reprodução/Bing)

De acordo com uma postagem publicada hoje (17) no blog oficial do Bing, a Microsoft estaria atualizando de forma discreta o recurso de reconhecimento de voz presente em smartphones equipados com o sistema operacional Windows Phone. A novidade, contudo, está temporariamente privada aos Estados Unidos, onde os usuários já podem notar um desempenho maior ao ditar mensagens ou realizar pesquisas por intermédio do recurso.
Conforme a Microsoft, o Bing agora responde a comandos de voz com uma velocidade duas vezes maior do que antes, além de ter se tornado 15% mais acurado no que diz respeito ao reconhecimento de palavras.
O aperfeiçoamento só foi possível graças ao uso da tecnologia conhecida como DNN (Deep Neural Network, termo que pode ser traduzido como Rede Neural Profunda). Trata-se de um sistema inspirado nos neurônios do cérebro humano, capaz de entender variações de fala mesmo quando uma voz muda de tom, volume e/ou velocidade. Além disso, o DNN consegue aprender com o usuário, tornando-se cada vez mais eficiente e cortando de forma autônoma qualquer tipo de ruído que possa atrapalhar a compreensão.
Ainda não há previsões para que a atualização chegue a celulares de outros países.

Hotel submarino é aprovado e será construído nas Maldivas Empreendimento já existe em Dubai e não será o primeiro do tipo no país.




 (Fonte da imagem: Reprodução/ Inhabitat)

Quem for para a pequena nação das Maldivas, no Oceano Índico, terá uma nova e exótica opção de hospedagem em breve. O Ministério Nacional do Turismo do local aprovou a construção de uma filial do Walter Discus Hotel no país, uma franquia de hotéis submarinos que já tem uma filial em Dubai.
O resort no arquipélago será obra da companhia polonesa Deep Ocean Technology e deve custar cerca de US$ 50 milhões. A estrutura principal é segurada por cinco pilares e, além de prédios em formato de disco que ficam acima da superfície, há um setor inteiro submarino.
Além de 21 apartamentos, dois lounges abrigarão um restaurante luxuoso, salas de spa e outras atividades debaixo d’água. Ainda assim, uma piscina no terraço do hotel também será um dos pontos mais movimentados.
Para diminuir o impacto ambiental, os recifes de coral prejudicados pelas obras devem ser reconstruídos, e o fundo do mar deve permanecer o mais intocado possível. Fora o Walter Discus, que não tem previsão para ser concluído, as ilhas Fiji e as próprias Maldivas já têm hotéis parecidos.
Fonte: Inhabitat

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Colossus: herói de guerra e um dos primeiros computadores do mundo Projeto britânico ultrassecreto decodificava mensagens nazistas e era totalmente programável.


 (Fonte da imagem: Reprodução/Colossus Computer)

Em artigos sobre a história dos eletrônicos em geral, a máquina norte-americana gigante conhecida como Electronic Numerical Integrator And Computer (ENIAC) é normalmente creditada como o “pai dos computadores”, pois pertence a uma geração pioneira desses dispositivos. Tal fato até pode ser considerado verdadeiro – mas é ainda mais justo dizer que ele tem a guarda compartilhada com um aparelho chamado Colossus.
A máquina ocupa uma sala inteira, é formada por várias peças aposentadas há décadas e nem contava com recursos como tela ou memória. Mas ele surgiu anos antes do ENIAC, em janeiro de 1944, e tinha uma função ainda mais nobre do que fazer cálculos: decodificar mensagens trocadas entre soldados nazistas, permitindo que os Aliados antecipassem e neutralizassem os movimentos inimigos.
Ainda não está convencido da importância desse dinossauro dos eletrônicos? Abaixo, você conhece um pouco mais sobre o Colossus, o primeiro computador eletrônico e digital do mundo totalmente programável.

Uma aula de História


Calma, não pare o artigo depois do título acima – a trama envolve muita espionagem e tensão. Para compreender a necessidade de criar uma máquina como o Colossus, é preciso primeiro entender o contexto histórico da época. Ou seja, temos que voltar para 1939, início da Segunda Guerra Mundial.

Fora o sistema de ataque Blitzkrieg e as pistolas Luger, o exército alemão nazista contava com outra arma temida: a máquina Lorenz, um codificador de mensagens que permitia a criação de recados criptografados que eram transmitidos via rádio em códigos diferentes dos tradicionais Morse. Isso ocorria entre um posto militar até um acampamento avançado, por exemplo, ou até entre Hitler e seus generais de maior confiança.

As rodas de codificação da temida Lorenz. (Fonte da imagem: Reprodução/Colossus Computer)


Por conta dessa técnica, que será explicada mais para frente, as mensagens enviadas pela Lorenz demoravam cerca de seis semanas para serem decodificadas pela aliança entre Inglaterra, Estados Unidos e Rússia – um esforço inútil, pois as tropas inimigas já estariam em outro lugar e com outros planos depois de tanto tempo.
Era preciso inventar um aparelho ainda mais moderno, potente e inteligente que o alemão. Nascia aí um dos centros de inteligência mais importantes da Segunda Guerra Mundial – e, dentro dele, o Colossus.

As mentes brilhantes de Bletchley Park


Assim como os Superamigos têm a Sala de Justiça e James Bond abriga-se na sede da MI6, a Inglaterra da vida real possuía um local secreto que reunia alguns de seus melhores homens – que, neste caso, pesquisavam novos recursos para a computação, que ainda dava os primeiros passos.

Trata-se de Bletchley Park, uma mansão no distrito de Milton Keynes, 80 quilômetros ao noroeste de Londres. Lá, funcionava a Government Code and Cypher School (GC&CS), uma divisão especializada em decodificação.

Quem aprovou a iniciativa foi ninguém menos que o primeiro-ministro Winston Churchill. Ele forneceu recursos econômicos ilimitados para o local, além do recrutamento dos melhores engenheiros de todas as áreas. Um deles é o famoso Alan Turing, que ajudou no processo de criação do Colossus, assim como Tommy Flowers, Bill Tutte e Max Newman. Fora eles, cientistas poloneses que construíram o BOMBE, um decodificador mecânico, forneciam ainda mais projetos e dados para ajudar os ingleses.

A mansão de Bletchley Park. (Fonte da imagem: IEEE Computer Society)
Com um antecessor do Colossus, foi possível confirmar, por exemplo, que as tropas de Hitler realmente acreditavam que o desembarque do Dia D seria em um território diferente da Normandia, o que aumentou a confiança do exército para a operação mais decisiva do conflito.

Após a guerra, o local tornou-se irrelevante e foi desativado, sendo posteriormente transformado em um museu de história da computação. Os funcionários, também dispensados, espalharam-se por universidades de Estados Unidos e Europa, acabando em projetos como o ENIAC e outros pioneiros da área.

Como funcionava a codificação


A máquina Lorenz utilizava uma fita de papel que recebia uma sequência de furos que é a “versão visual” dos códigos. Ela utilizava um sistema duplo de criptografia: primeiro, a mensagem virava uma sequência de caracteres desconhecidos – nada de letras comuns. Em seguida, ela era novamente codificada, embaralhada em uma sequência pseudoaleatória, e só então transmitida via sinais de rádio por um telégrafo.
 A tal fita de papel com os "furinhos" indicando caracteres obscuros. (Fonte da imagem: Picotech)
O problema é que o codificador funciona a partir da rotação de 12 rodas mecânicas que geram a aleatoriedade – ou seja, trata-se de um processo com chances limitadas e não tão aleatórias assim.
Notar o padrão da sequência (e, posteriormente, do código) era difícil, porém não impossível. Após descobrir o funcionamento da Lorenz, os cientistas “só” precisaram construir uma máquina que fizesse o processo reverso mais rapidamente que o trabalho manual.

Um verdadeiro colosso


Agora é hora de falar da máquina em si. Basicamente, o Colossus é uma máquina formada por oito grandes “gabinetes” de 2,3 metros de altura, divididas em duas seções de 5,5 metros de comprimento.
O sistema de válvulas de uma réplica do Colossus. (Fonte da imagem: Reprodução/Colossus Computer)



Separadamente, há um leitor com espaço para duas fitas contendo o sinal de rádio impresso em papel. Na primeira delas, está a mensagem a ser “traduzida”. Na segunda, uma repetição da sequência pseudoaleatória de codificação, que é aplicada à mensagem.

Cada vez que ambas as fitas eram totalmente lidas, a segunda era movida levemente, para que os códigos fossem aplicados com pequenas alterações. Cada teste recebia uma “pontuação” – e a rodada de melhor desempenho era aquela verificada pelos engenheiros.

Os gabinetes em visão lateral. (Fonte da imagem: Codes and Ciphers)

Em um dos gabinetes fica o painel de controle, em que o algoritmo contendo a sequência pseudoaleatória é configurado manualmente. O Colossus não possui um programa instalado, portanto era necessário acertar os pinos e alavancas a cada nova operação. A leitura é feita a 48 km/h por sensores fotoelétricos – e o primeiro modelo lia incríveis 5 mil caracteres por segundo.

Por fim, um painel de luzes e uma impressora mostram os resultados obtidos. Lembra-se do tempo de codificação das máquinas anteriores? Em vez de seis semanas, o Colossus reduzia esse trabalho para seis horas.

Algumas das válvulas dessa réplica são as originais, da década de 1940. (Fonte da imagem: IEEE Computer Society)

Ele também não é dotado de memória para armazenar dados. Para eliminar esse obstáculo, 2.400 válvulas eletrônicas com fios quentes no centro funcionam como um contador da pontuação obtida pelo Colossus, avisando o próprio sistema se o algoritmo já foi calculado.
Por conta delas, o Colossus raramente era desligado: a quantidade de calor gerada no momento de ativação da máquina poderia fritar todos os circuitos e estourar as válvulas do aparelho, algo que seria custoso até mesmo para Blechley Park. Por isso, o computador passava meses inteiros ligado – e, quando tinha que ser reiniciado, o processo era feito o mais lentamente possível.

Ao todo, foram produzidas 10 unidades do Colossus. Todas foram desmontadas total ou parcialmente após o fim da guerra, já que o projeto era ultrassecreto e permaneceu assim por mais três décadas.
A reconstrução para exibição e estudo foi possível apenas 50 anos depois, graças a um projeto que criou réplicas com partes de terminais telefônicos usados. Apesar de não existir mais em sua forma natural, o Colossus com certeza ocupa um lugar especial no hall da fama dos computadores – e dos bravos soldados da Segunda Guerra Mundial.


Moto elétrica militar pode ser completamente camuflada de inimigos Com pintura especial e não emitindo calor, o equipamento pode fazer com que soldados fiquem totalmente invisíveis aos radares.


Moto elétrica militar pode ser completamente camuflada de inimigos(Fonte da imagem: Divulgação/Zero Motorcycles)
Estamos acostumados a ver equipamentosmilitares blindados e equipados com materiais poderosos e pesados. Mas nem sempre é assim que as tecnologias são aplicadas à indústria bélica e um exemplo disso pode ser visto na MMX. Trata-se de uma motocicleta elétrica criada pela Zero Motorcycles, sendo capaz de desaparecer completamente para os radares e sensores inimigos.
Por não emitir calor, ela não pode ser rastreada pelos equipamentos militares, também não sendo audível — uma vez que o motor elétrico não emite sons. Além disso, ela ainda possui ignição (ou ativação, para que sejamos mais exatos) rápida, capacidades de blackout elétrico e baterias removíveis. Segundo a fabricante, o modelo ainda é capaz de ultrapassar obstáculos impostos por diversos tipos de terrenos.
A Zero Motorcycles possui uma grande quantidade de modelos de motocicletas elétricas, mas a MMX não será disponibilizada para o público. Ela foi criada por contrato militar e será exclusiva das forças especiais do exército norte-americano, que já está testando os equipamentos em diversas situações.


terça-feira, 11 de junho de 2013


Ensino em tecnologia é o mais importante para a carreira, segundo estudo

A inovação tecnológica ajuda na superação de barreiras de linguagem e facilita acesso de todos a oportunidades de emprego.
Ensino em tecnologia é o mais importante para a carreira, segundo estudo
A educação em tecnologia é o tema considerado mais importante para o sucesso profissional pelos integrantes da “Geração Y”, também conhecidos como “millennials”, jovens adultos entre 18 e 33 anos de idade. É o que apontam os resultados de uma pesquisa realizada pela Telefonica com 12.171 dos membros do grupo espalhados pelo mundo (sendo 1.028 deles brasileiros).
As descobertas foram apresentadas durante o evento FT-Telefónica Millennials Summit: The Interactive Generation, realizado pela empresa de telecomunicações em parceria com o jornal Financial Times no dia 6 de junho em São Paulo.
Para os integrantes da “Geração Y”, o acesso e a melhoria da educação são os pontos mais importantes para mudar o mundo. Ultrapassando temas como economia, matemática, literatura e línguas estrangeiras, entre outros, os entrevistados escolheram o estudo de tecnologia como essencial para garantir sucesso no futuro, com 36% dos votos.

Os benefícios do avanço

Segundo o estudo, 87% dos “millennials” acreditam que os avanços tecnológicos facilitaram a superação de barreiras como as diferenças de linguagem. “A tradução se tornou algo tão fácil que, se alguém escreve algo em outra língua, tudo o que uma pessoa que não fale aquele idioma tem que fazer é clicar em ‘traduzir’, e o texto passa para outra língua”, ressaltou Alec Ross, ex-conselheiro sênior de inovação da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton.
Embora o desemprego entre jovens adultos nunca tenha estado tão alto, 83% dos entrevistados acreditam que a tecnologia facilitou o acesso a novas ofertas de trabalho. Além disso, 69% deles afirmam que as inovações na área criam mais oportunidades para todos, e não apenas para grupos seletos.
Ainda assim, a maior parte do grupo (62%) contraditoriamente crê que os avanços técnicos aumentaram a distância entre ricos e pobres, principalmente por conta da dificuldade de acesso dos menos abastados às novas tecnologias.



Australianos desenvolvem olho biônico que se conecta diretamente ao cérebro

Modelo utiliza um chip implantado na parte traseira do cérebro para receber imagens do ambiente.
Australianos desenvolvem olho biônico que se conecta diretamente ao cérebro(Fonte da imagem: Divulgação/Monash University)
Uma equipe de pesquisadores da Monash University, na Austrália, está desenvolvendo um modelo inovador de olho biônico que é capaz de devolver uma possibilidade de visão para pessoas que sofreram acidentes ou que tiveram doenças graves nos olhos.
O equipamento funciona com um sistema de câmera que registra imagens do ambiente e transmite esses dados, sem fio, para um chip implantado diretamente na parte traseira do cérebro, estimulando o córtex visual.
O modelo sugerido pelos pesquisadores utiliza um par de óculos com câmera instalada na parte externa e um sensor de movimento ocular na parte interna das lentes, de tal forma que seja possível registrar as imagens de acordo com a direção do olhar.
Os óculos são equipados também com um processador digital e um transmissor de sinal, instalados nas hastes. O chip implantado logo abaixo do crânio recebe os dados do ambiente externo e estimula o córtex visual por meio de eletrodos, permitindo que o cérebro interprete as imagens.

Com um chip na cabeça

Essa tecnologia permite que cegos visualizem formas e objetos como uma série de pontos ou blocos de cores. Além disso, o sistema pode agregar outras ferramentas, como softwares de reconhecimento facial, ajudando a identificar as pessoas. “Isso significa que deficientes visuais podem entrar em uma reunião e saber quem são os presentes”, diz o diretor do projeto, o professor Arthur Lowery, em entrevista ao jornal The Guardian.
O olho biônico não utiliza o sistema óptico humano e pode solucionar casos de cegueira absoluta. O sistema é eficiente para quem perdeu a visão ou teve doenças como glaucoma ou degeneração macular, mas não é adequada para quem ainda apresenta uma visão residual. Isso porque a estimulação visual pelo aparelho é de baixa qualidade e fornece uma possibilidade diferente de reconhecer o ambiente.
Além disso, os óculos da Monash University não servem para quem não viu nada, pois o estímulo do córtex visual do cérebro visa pessoas que sabem reconhecer formas e objetos. Os pesquisadores esperam montar um protótipo até a metade do próximo ano e, se tiverem sucesso com o modelo, lançar o produto em seguida.




Apple mostra Anki Drive: um game robótico para iOS

Aplicativo funciona de maneira similar a um autorama, mas não exige a presença de pistas elétricas.


Apple mostra Anki Drive: um game robótico para iOS 
(Fonte da imagem: Reprodução/Mac Rumors)

Quem se lembra dos divertidos autoramas que divertiam as crianças durante as décadas de 1980 e 1990? Agora, a Apple está trazendo para os seus consumidores um sistema similar. E isso acontece em parceria com a Anki, uma empresa de desenvolvimento que “utiliza o iOS para trazer robótica e inteligência artificial ao cotidiano”, segundo o CEO da Apple, Tim Cook.
Trata-se do Anki Drive, um produto que utiliza carros robóticos de brinquedo, que são sincronizados aos dispositivos com iOS por meio das conexões Bluetooth. Ao contrário do que acontece nos autoramas, com o Anki Drive os percursos não são criados com pistas elétricas. Neste caso, são pistas impressas que fazem os circuitos para os corredores, que controlam os carros por seus portáteis.
Além de ser possível competir contra amigos, quem tiver o Anki Drive também poderá desafiar carrinhos controlados por inteligência artificial. Cada veículo é equipado com sensores que podem analisar as pistas e os adversários por cerca de 500 vezes em apenas um segundo. O app do Anki Drive já está disponível na App Store, mas ainda vai levar alguns meses até que o kit completo chegue ao mercado.
]Fonte: Apple

quinta-feira, 6 de junho de 2013


Os 10 aplicativos que não podem faltar no seu smartphone

A App Store e a Android Market têm milhares de aplicativos. Por isso, escolher os melhores e mais indispensáveis não é tarefa fácil. Para ajudar nessa procuradoria digital, escolhemos programas úteis – e gratuitos – que todo mundo deveria ter.
10. TripAdvisor
A voz do povo é a voz de Deus, principalmente quando o assunto é viagem. Através do aplicativo TripAdvisor, uma adaptação do tradicional site homônimo, o usuário pode buscar hotéis, restaurantes e atrações no local escolhido ou próximo de onde estiver no momento. O programa, referência em avaliação colaborativa, traz opiniões de viajantes que conhecem os serviços oferecidos e ainda permite que comentários em outros idiomas sejam traduzidos para o português automaticamente. O software agrega opções de várias cidades do mundo e organiza os resultados por classificação (média das notas dadas por usuários) ou preço.
9. Foursquare
O Foursquare é um aplicativo baseado em geolocalização que permite ao usuário dar check-in – o equivalente a um tweet no Twitter – em determinados lugares. O sistema identifica amigos da rede que estejam próximos e pontua cada usuário de acordo com a periodicidade de seus updates – os mais “presentes” ganham o título de prefeito. O programa é ideal para quem busca dicas de entretenimento, restaurantes, lojas e clubes noturnos a partir da opinião de quem já conhece o lugar.
8. Kindle
O famoso leitor de livros digitais da Amazon também tem um aplicativo para iPhone e Android. Pelo programa, o usuário pode acessar sua biblioteca do Kindle e ler os livros que estão armazenados em sua conta. Também é possível fazer compras on-line por meio da opção Kindle Store. Entre os recursos de leitura, o software oferece opções de tamanho de fonte, armazenamento de páginas e um botão “Ir para”, que permite ao leitor navegar pelo sumário do livro, pela capa ou por um capítulo específico.

. Instagram/Picplz
O Instagram e o Picplz, aplicativos para iPhone e Android, respectivamente, funcionam como editores de fotos, mas ganharam fama na internet graças aos seus filtros de efeito retrô. Além de dar um visual antigo às fotografias, os programas permitem aos usuários compartilhar as imagens no Twitter ou Facebook. Os sites onde são hospedadas as fotos funcionam como uma rede social e permite adicionar amigos. O Instagram, responsável pelo surgimento do gênero, tem atualmente mais de 3,5 milhões de usuários.
. Angry Birds
Considerado o melhor jogo para celular de 2011 no Webby Awards – o Oscar da Internet – o Angry Birds é um sucesso indiscutível. Com mais de 140 milhões de downloads desde seu lançamento, em 2009, o game segue firme como um dos aplicativos mais populares para iPhone e Android. A ótima jogabilidade, aliada ao carisma dos personagens, transformou o título no principal produto da finlandesa Rovio. Angry Birds conquistou também um público diverso, bem diferente daquele já habituado a usar o celular como mais uma plataforma de jogatina.
book
É claro que existe um aplicativo do Facebook no iPhone e no Android. Caso contrário, como seria possível os mais de 500 milhões de usuários se comunicarem fora do computador? O software permite que os cadastrados na rede façam o upload de fotos, conversem com seus amigos através da ferramenta de chat, façam uma busca por telefone na base de amigos e insiram localizações geográficas em cada atualização do mural. O programa tem ainda um atalho para a câmera fotográfica do celular, através da qual é possível publicar imagens instantaneamente.

Existem vários aplicativos que dão acesso à conta do Twitter, mas o programa oficial é o mais seguro deles. Disponível para iPhone e Android, o software permite a sincronização de contatos entre o microblog e a agenda telefônica, a citação de um tweet – recurso para inserção de um comentário antes da publicação de uma mensagem na timeline – e o compartilhamento de uma atualização através do Facebook, Gmail e SMS. O aplicativo conta ainda com uma ferramenta de rascunho e uma integração direta com a câmera do celular, para publicar fotos automaticamente no microblog.

Bem como no computador, a escolha do browser influencia diretamente na experiência de navegação do usuário na internet. A melhor opção, tanto no iPhone como no Android, é o Opera Mini. O aplicativo é gratuito e tem uma interface similar aos navegadores web. O acesso aos sites é feito por meio de abas e entre seus recursos estão gerenciador de download, favoritos e histórico. Se comparado aos concorrentes, o Opera Mini também é o mais eficiente. Graças ao seu sistema de compressão de dados, o browser consegue carregar uma página com muito mais rapidez.

Com o aplicativo, disponível para iPhone e Android, é possível realizar ligações gratuitas para outras contas de Skype ou ainda pagar tarifas inferiores em ligações locais, interurbanas ou internacionais para números fixos e celulares. A interface do programa lembra o teclado convencional e o uso das ferramentas é bastante intuitivo. Além de permitir a comunicação Voip (voz sobre IP), o Skype também permite fazer uma videoconferência. Todos seus serviços podem ser acessados através de uma conexão Wi-Fi ou 3G.

O Google Maps transformou o celular em um “pseudo” GPS. Através dele, o usuário busca endereços, se localiza geograficamente, traça rotas, pesquisa serviços, encontra amigos que estão na região, consulta o trânsito e ainda tem acesso aos itinerários do transporte público na cidade. O aplicativo é bastante abrangente e tem versões para Android, BlackBerry, iPhone, Nokia S60 e Windows.