domingo, 7 de julho de 2013

Robô japonês se confunde ao trabalhar como guia de museu Asimo, o famoso robô desenvolvido pela Honda ainda não conta com uma inteligência artificial bem desenvolvida.

Robô japonês se confunde ao trabalhar como guia de museuAsimo tirando as dúvidas da galera (Fonte da imagem: Reprodução/Associated Press)
Você se lembra do Asimo, um robô desenvolvido pela Honda e que já foi notícia em vários artigos.
Pois saiba que o invento da companhia japonesa já chegou à adolescência e, após passar por uma grande atualização em 2011, foi colocado em operação nos últimos dias, inclusive ganhando o seu primeiro “emprego”.
O trabalho conquistado pelo robô seria o de guia no National Museum of Emerging Science and Innovation, mais conhecido como Miraikan. Entretanto, infelizmente nem tudo saiu como o planejado pelos pesquisadores.

Um robôzinho confuso

Algumas situações básicas acabaram confundindo o humanoide. Quando as pessoas erguiam as suas câmeras para tirar fotos do guia, ele entendia que elas estavam erguendo as mãos para fazer perguntas, por exemplo. Dessa forma, a cada nova câmera ou smartphone postada em sua direção, o robô vinha respondendo com um “quem quer fazer uma pergunta ao Asimo?”. Além disso, o seu funcionamento geral também não agradou a muita gente.
Robô japonês se confunde ao trabalhar como guia de museu"Quem quer fazer uma pergunta ao Asimo?" (Fonte da imagem: Reprodução/Associated Press)
Isso porque apesar de ele estar configurado para conseguir responder a cerca de 100 questionamentos diferentes sobre o museu, ele não conta com um reconhecimento de voz. Dessa forma, caso você quisesse saber algo, precisaria acessar um painel touchscreen e visualizar as perguntas escritas.
Satoshi Shigemi, um dos responsáveis pelo projeto Asimo, cita que muita coisa ainda precisa ser feita. Ele diz, por exemplo, que a ideia é que o robô consiga reconhecer quem está falando com ele – e que assim, ele também possa responder aos respectivos questionamentos.
“Atualmente ele consegue reconhecer uma criança acenando para ele, mas ele não é capaz de entender o significado do gesto”, disse Shigemi à Associated Press. Isso mostra que a inteligência artificial desenvolvida para o Asimo ainda precisa de muito aprimoramento.

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